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qui 10 fev 2011
Por Silvana Guerra
Fonte: Comex do Brasil
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Os chineses conquistam cada vez mais espaço do mercado exportador nos estados da região Nordeste do Brasil. Alagoas, Ceará, Paraíba e Piauí tiveram a China como seu principal fornecedor no mercado externo no ano de 2010. E não deverá demorar muito para expandir-se para toda a região.
Assim como fornecedor, os chineses têm também se transformado num importante mercado para os produtos da região Nordeste. A China já é o principal destino das mercadorias exportadas pelo Maranhão e Piauí. A expectativa é a de que o intercâmbio esteja apenas começando pois, segundo as previsões para este ano, os números da troca comercial serão muito mais expressivos.
A Bahia tem recebido da China grande investimento para a produção de soja, no qual a produção será exportada para seu mercado. Pernambuco também se transformou num importante mercado para produtos como máquinas pesadas. Para este ano, Pernambuco deverá receber a fábrica de máquinas da empresa EMC e outra de veículos JAC.
A Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior divulgou dados que apontam que o ano passado representou um expressivo crescimento do comércio entre a China e os estados nordestinos.
dom 6 fev 2011
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Por Silvana Guerra
Fonte: Comex do Brasil
Em um encontro realizado na sexta-feira (4/2), no escritório da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), em São Paulo, os Ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, e da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, o Presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, além de 34 representantes de grandes empresas brasileiras, reuniram-se para discutirem sobre a necessidade da inovação para manter a competitividade da indústria brasileira.
Primeira do ano, a reunião da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), coordenada pelo Presidente da CNI, Robson Braga, tem como objetivo colocar a inovação no centro da estratégia das empresas brasileiras, programa que pretende dobrar dobrar o número de empresas inovadoras até 2013.
Segundo o Ministro Aloizio Mercadante, o Brasil precisa de mais valor agregado, criando mais tecnologia com a finalidade de inovar a pauta de exportações. Como não há uma cultura de inovação no Brasil, é necessário aproveitar o momento em que empresas e governo estão preocupados com o tema, disse o Ministro Fernando Pimentel.
Mercadante relembrou que já existem algumas leis de incentivo e que serão reforçadas, como as que oferecem incentivos fiscais a empresas que realizem pesquisas tecnológicas e de inovação, e programa de estímulo à subvenção econômica e a política de compras públicas. Além disso, afirmou que tanto a agricultura como outros setores, por exemplo, indústria de aviação e automotiva, avançarão em direção ao maior ganho em competitividade.
O Presidente do BNDES também falou do papel das pequenas e médias empresas na questão da inovação no Brasil e disse que o cartão BNDES está aberto para a contratação de consultorias e a aquisição de equipamentos de inovação.
Sobre as importações
Fernando Pimentel deu destaque às alíquotas de importação que acabam desfavorecendo os produtos brasileiros no mercado interno em relação aos produtos chineses. O ministro afirmou que o país passará a praticar uma política de “defesa comercial para defender seu setor produtivo de práticas danosas”. Entre os setores mais afetados, segundo Pimentel, estão o calçadista, têxtil e de eletrônicos.
“Não vamos taxar ninguém indiscriminadamente, vamos taxar produtos que estão causando desequilíbrio na nossa pauta comercial e que claramente indique a prática de preços lesivos às regras da OMC (Organização Mundial do Comércio)”, esclareceu. Pimentel disse ainda que uma equipe de seu ministério está analisando todos os 12 mil itens da balança comercial brasileira para definir uma lista com os produtos que devem ser sobretaxados.
seg 3 jan 2011
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Por Silvana Guerra
Fonte: Folha de S. Paulo
O Brasil lidera a produção de café internacionalmente, porém, as exportações de café torrado e moído, produtos que têm maior valor agregado, recuaram. Depois de chegar a US$ 36 milhões em 2008, as receitas caíram e ficaram próximas de US$ 20 milhões em 2010.
As principais indústrias brasileiras estão nas mãos de multinacionais, mas ainda assim, as exportações de café industrializado não caminham. O Brasil exporta café em grãos para outros países, que os industrializa e, após, importá-lo novamente para o consumo interno.
A Suíça é o país que mais vende para o Brasil, com o Nespresso. Em seguida vem o Reino Unido, com o Dolce Gusto. As duas empresas são da Nestlé, que importa parte dos grãos do Brasil e os industrializa na Europa.
qua 22 dez 2010
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Por Silvana Guerra
Fonte: MDIC
Os dois sistemas de exportação – o Siscomex Exportação e o Siscomex Exportação Web (Novoex) – estão operando juntos desde o dia 17 de novembro. Porém, a partir do dia 11 de janeiro de 2011, o Siscomex Exportação (implantado em 1993) deixará de operar, e o Novoex ficará operando sozinho. Somente nesse período, o Novoex já registrou 25.035 operações de exportação. O Secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, disse que o novo sistema foi elaborado para “facilitar, tornar mais ágil e diminuir os custos do processo para o exportador”.
Acesso direto
O Novoex pode ser acessado diretamente na página eletrônica do MDIC, sem a necessidade de instalação de programas adicionais. Os atuais usuários estão automaticamente habilitados a operar com o mesmo login e senha dos demais módulos do Siscomex.
Entre as inovações do Novoex está a totalização online dos valores e quantidades informados pelo exportador com críticas para valores incompatíveis. Pelo novo sistema, os usuários também podem gravar os Registros de Exportação (REs) e os Registros de Crédito (RCs), estes últimos feitos para as exportações financiadas com recursos tanto privados como públicos.
Os usuários ainda podem fazer Registros de Exportação por lotes, o que facilita o trabalho dos operadores, além de reduzir o tempo das operações. Além disso, quando o operador selecionar algum enquadramento relativo a Drawback, o sistema automaticamente abre uma tela específica para o cadastramento das informações pertinentes.
No Novoex, serão efetuadas apenas as operações comerciais (RE e RC), sendo que todas as operações aduaneiras continuam a ser realizadas da mesma forma nos sistemas da Receita Federal. Dentre as facilidades do novo sistema, também está o aproveitamento de informações de registros anteriores.
seg 20 dez 2010
Por Silvana Guerra
Fonte: Reuters
A decisão da Organização Mundial do Comércio (OMC) foi favorável ao Brasil no painel aberto em setembro de 2009, no qual o Governo brasileiro questionou as medidas antidumping impostas pelos Estados Unidos ao suco de laranja brasileiro. A decisão é preliminar e os Estados Unidos ainda podem recorrer.
O Brasil pediu a condenação de uma modalidade de cálculo utilizada pelos Estados Unidos, conhecida como zeramento (zeroing), para determinar se existiria dumping por parte de produtores brasileiros nas exportações de suco de laranja aos EUA.
O cálculo desconsidera alguns negócios nos quais o preço de exportação foi, efetivamente, superior ao valor no mercado do país que exporta, o que descaracterizaria o dumping
Para julgar se ocorre o dumping ou não nas vendas de suco de laranja brasileiro, os EUA desconsidera alguns negócios registrados, acatando apenas parte deles, o que distorce as conclusões sobre dumping ou não do produto no mercado norte-americano.
sex 3 dez 2010
Por Silvana Guerra
Fonte: MDIC
Catar recebeu ontem (2/12) os integrantes da Missão Empresarial ao Oriente Médio, realizada pelo Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), com apoio do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e da Câmara de Comércio Árabe Brasileira (CCAB).
O Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e Chefe da Delegação, Miguel Jorge, foi recebido pelo Ministro dos Negócios e Comércio do Estado de Catar, Jassim Bin Abdulaziz Bin Jasim Al-Thani, em Doha, capital do país, onde ocorreu o Seminário de Negócios Brasil-Catar, rodadas de negócios e encontros de investimentos.
Catar é considerado a terceira maior renda per capita do mundo. A missão, que busca o aumento da exportação de produtos brasileiros na região, visitou antes Síria e Kuaite. Hoje (3/12) seguirá para a Arábia Saudita (Riade) e, no sábado (4/12), para os Emirados Árabes.
seg 25 out 2010
Por Silvana Guerra
Fonte: AFP
De acordo com um decreto divulgado pelo governo russo, a partir do dia 1º de janeiro de 2011, estará suspenso o embargo às exportações de farinhas de trigo e centeio, medida adotada no verão em decorrência de uma forte seca e onda de calor que afetou as plantações na Rússia, reduzindo as previsões de colheitas. Permanecem na lista dos cereais embargados o trigo, a cevada, o centeio e o milho.
A Rússia é um dos maiores exportadores mundiais de trigo, e adotou o decreto como forma de conter a alta de preços provocada pela queda nas colheitas. O embargo resultou em uma disparada da cotação do trigo nos mercados internacionais.
qui 2 set 2010
Posted by Silvana G. P. under Economia
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Por Silvana Guerra
Fonte: Opera Mundi
Os Estados Unidos apresentaram, na semana passada, uma proposta para endurecer a legislação antidumping que impõe sobretaxas a produtos vindos de outros países abaixo do preço de custo, prejudicando produtores locais. O texto ainda irá à consulta pública, mas os empresários brasileiros temem que a nova legislação possa desestimular as exportações do país.
Após as reclamações dos empresários e o comprometimento do Ministério do Desenvolvimento em analisar o texto das propostas americanas, o Secretário de Comércio Exterior do Ministério, Welber Barral, informou ontem que, a princípio, as medidas não indicam nenhuma ameaça em potencial para o Brasil.
De acordo com o Ministério, os Estados Unidos abriram queixa de dumping –concorrência predatória provocada por vendas abaixo do preço de custo – contra 11 setores da economia brasileira, entre os quais aço, camarão e suco de laranja. No entanto, o Secretário considera o número pequeno e acrescenta que, em décadas passadas, o número de queixas de dumping dos EUA contra o Brasil era bem maior. Segundo ele, a China concentra a maioria dos processos de investigação dos Estados Unidos, com certa de 70 setores questionados.
A proposta dos Estados Unidos muda apenas o procedimento de investigações antidumping, sem representar uma ameaça de inclusão de novos produtos brasileiros, disse Barral. “O próprio governo americano já esclareceu que as medidas se destinam apenas a economias que não são reconhecidas como de mercado, como a China e o Vietnã. Não é o caso do Brasil”, explicou. Inclusive, caso os Estados Unidos intensifiquem as acusações de dumping contra outros países, o comércio brasileiro pode lucrar, dependendo da situação.
Em relação aos produtos brasileiros que enfrentam investigações de dumping nos Estados Unidos, o Secretário lembrou que o Brasil está questionando, na OMC (Organização Mundial do Comércio), as acusações contra o suco de laranja. Barral disse, ainda, que o processo sobre o camarão está sendo revisto pelas autoridades americanas e o Ministério do Desenvolvimento está ajudando a indústria nacional (camarões) a se defender nos Estados Unidos.