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Por Silvana Guerra
Fonte: Estadão

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Segundo as informações da agência estatal Yonhap, os militares da Coreia do Norte não se encontrarão mais para um diálogo com os militares sul-coreanos. A delegação militar norte-coreana afirma que os militares sul-coreanos estão apenas interessados em manter elevado o nível de tensões na Península. Analistas de Seul acreditam que o recuo da Coreia do Norte é uma tática para pressionar o Governo sul-coreano a fazer mais concessões.

As relações bilaterais chegaram ao pior ponto em décadas no ano passado, após o naufrágio do navio sul-coreano que matou 46 pessoas em março, atribuído por Seul ao vizinho, e ao ataque norte-coreano a uma ilha sul-coreana, que matou quatro pessoas em novembro. Seul quer discutir esses dois incidentes e exige um pedido de desculpas e a punição dos responsáveis. A Coreia do Norte nega e diz que por isso não pedirá desculpas.

Por Silvana Guerra
Fonte: Opera Mundi

 

Após as tensões provocadas pelo ataque a uma ilha sul-coreana no final do ano passado, autoridades das duas Coreias voltaram a se encontrar nesta terça-feira (8/2) em uma reunião de alto nível entre Ministros da Defesa dos dois países.

A China e os Estados Unidos pressionaram para que as duas Coreias retomassem as discussões. Pequim quer que a Coreia do Norte, país aliado, volte a discutir com a comunidade internacional sobre seu programa nuclear. E o Governo americano, que é próximo de Seul, pede para que, antes de qualquer coisa, Pyongyang volte a dialogar com Seul.

Por Silvana Guerra
Fonte: Folha

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A Coreia do Sul aceitou a proposta de iniciar conversações com a Coreia do Norte sobre temas militares de alto nível dos dois países. O Governo sul-coreano não havia aceitado, até então, outras propostas do país vizinho, por desconfiar de suas verdadeiras intenções.

De acordo com o Ministério de Unificação da Coreia do Sul, o país participará das conversações “com condições de que a Coreia do Norte adote medidas responsáveis nos casos do naufrágio do navio Cheonan e do ataque à ilha Yeonpyeong, e prometa evitar uma repetição destes atos”.

Por Silvana Guerra
Fonte: Agência de Notícias

Após a sinalização de que as duas Coreias estão abertas ao diálogo de paz, o enviado dos Estados Unidos para a Coreia do Norte, Stephen Bosworth, se reuniu hoje (5/01), em Seul, com autoridades sul-coreanas para estudar os meios de aliviar as tensões na região coreana. De acordo com fontes oficiais, os negociadores irão analisar a situação do programa nuclear norte-coreano e as futuras respostas.

As tensões na península aumentaram depois do bombardeio norte-coreano, em novembro. A Coreia do Sul disse que retaliaria caso fosse provocada novamente pela Coreia do Norte. Os dois países trocaram ameaças de guerra e iniciaram exercícios militares sem precedentes.

O Ministro das Relações Exteriores da China e o Assessor de Segurança Nacional dos EUA, Tom Donilon, discutiram nesta terça-feira (4/01), em Washington, sobre o programa nuclear da Coreia do Norte, buscando maneiras de convencer Pyongyang a abandonar seu programa de armas nucleares e atender seus compromissos e obrigações internacionais, evitando assim a desestabilização na região coreana.

Por Silvana Guerra
Fonte: Agência Estado

O Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o Presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, reuniram-se nesta terça-feira para dar continuidade às negociações de paz, iniciadas no início do mês, tendo como mediadora a Secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton. A reunião foi no resort egípcio de Sharm el-Sheikh, no Mar Vermelho. Hillary também se reuniu com o Presidente egípcio, Hosni Mubarak. O líder do país anfitrião também se encontrou com os dois líderes.

O encontro acontece em meio à tensão sobre a possível retomada dos assentamentos israelenses em território reivindicado por palestinos. Hillary reiterou o pedido do Presidente dos EUA, Barack Obama, para que Israel amplie a moratória de dez meses nas construções de novas colônias na Cisjordânia, que deve expirar no próximo dia 26. Para os palestinos, sem a ampliação da moratória, o diálogo direto de paz poderá ser paralisado completamente. No entanto, nenhum dos dois lados quer ser o responsável pelo fim do diálogo.

Por um lado, os israelenses querem discutir primeiro temas de segurança de Israel e que os palestinos reconheçam o país como um Estado judaico. Os palestinos querem primeiro definir as fronteiras de um futuro Estado palestino e do status de Jerusalém, bem como discutir sobre o retorno dos refugiados palestinos que fugiram ou foram expulsos em 1948 da área onde hoje fica Israel. Segundo funcionário israelense, que pediu anonimato, Hillary decidiria a agenda das negociações.

Por Silvana Guerra
Fonte: Opera Mundi

Nesta quarta-feira (01/9), o Vice-Ministro de Relações Exteriores do Equador, Kintto Lucas, afirmou ter esperanças de restabelecer as relações diplomáticas com a Colômbia até o final do ano motivado pela demonstração de “vontade política” por parte do Presidente colombiano Juan Manuel Santos.

Os países romperam relações diplomáticas após o incidente do bombardeio a um acampamento das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) em território equatoriano, ordenado pelo então Presidente colombiano Álvaro Uribe. Na época, Manuel Santos ocupava o cargo de Ministro da Defesa. “Só o fato de nos terem entregado as informações sobre computadores que seria de Raúl Reyes já marca uma intenção política e uma vontade que o governo de Uribe não teve”, afirmou Lucas.

As chancelarias dos dois países já haviam retomado um diálogo no ano passado, porém não conseguiram mais do que designar encarregados de negócios e secretários. Outro episódio foi o encontro dos dois presidentes, em agosto último, ocasião em que ambos se colocaram dispostos a tentar aprofundar o diálogo.

Um assunto importante na concepção de Lucas, além da soberania territorial no combate à guerrilha, é a dos refugiados. O Equador é o principal destino dos colombianos que fogem do país pelas ameaças ligadas ao conflito das FARC, e o governo equatoriano quer que a Colômbia dê ajuda a essas pessoas.

Por Silvana Guerra
Fonte: EFE

O primeiro dia de diálogo entre o Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o Presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Mahmoud Abbas, encerrou hoje com o compromisso de continuarem as negociações e se encontrarem a cada 15 dias. A nova reunião está marcada para os dias 14 e 15 deste mês em um país da região.

O representante especial americano, George Mitchell, informou que não tem permissão para dar detalhes sobre o conteúdo das discussões, pois as partes consideram que mantê-las em sigilo é a melhor forma de obter sucesso. “Retomamos as negociações diretas com sucesso. Buscamos um acordo que ponha um fim no conflito e estabeleça uma paz duradoura”, afirmou Mitchell. O representante americano, mediador do encontro, se limitou apenas em informar que as partes concluíram a primeira rodada das negociações e que outras estão por vir.

Netanyahu e Abbas conversaram a sós durante uma hora e meia. Logo após, se reuniram com o negociador americano George Mitchel por 20 minutos. Paralelamente ao encontro, as partes negociadoras israelense e palestina iniciaram discussões para preparar o próximo encontro na região.

Por Silvana Guerra
Fonte: Herald Tribune e Agência EFE

A viagem do ex-presidente dos EUA Jimmy Carter a Coreia do Norte mereceu elogios ao ter assegurado a libertação de um cidadão norte-americano, Aijalon Mahli Gomes, que foi condenado a oito anos de prisão por entrar ilegalmente no país. O governo americano empenhou-se em garantir que Carter viajaria como cidadão comum e não teria nenhuma relação com a Casa Branca. Mesmo assim, o consenso é que a visita do ex-presidente poderá ajudar a Casa Branca a reduzir a sua hostilidade em relação a Pyongyang, principalmente após o afundamento do navio sul coreano em março deste ano. Após o sucesso da negociação, o ex-presidente voltou a seu país se reuniu ontem com a Secretária de Estado, Hillary Clinton, para falar sobre sua viagem a Pyongyang.

Hoje, funcionários de alto escalão do governo americano se reunirão com o enviado chinês para diálogo nuclear com a Coreia do Norte, Wu Dawei, para tratarem da retomada do diálogo entre seis partes – Coreia do Norte, Coreia do Sul, China, EUA, Rússia e Japão – estagnado desde 2008, além de se inteirarem das informações sobre a recente viagem do líder norte coreano, Kim Jong-il, à China. A reunião acontecerá depois de Pyongyang aparentemente expressar disposição de retomar as conversas. Segundo a agência oficial norte-coreana KCNA, Pyongyang transmitiu tanto ao ex-presidente Jimmy Carter quanto ao Governo da China sua disposição em reiniciar as negociações.

Segundo o porta-voz do Departamento de Estado, Philip Crowley, a reunião faz parte das “consultas permanentes com a China e com outros parceiros do diálogo de seis lados para avaliar o caminho a seguir em relação à península coreana”. No encontro com Dawei, participarão o subsecretário de Estado americano, Jim Steinberg, o representante especial para a Coreia do Norte, Stephen Bosworth, o enviado especial para o diálogo de seis partes, Sung Kim, e o secretário de Estado adjunto para a Ásia Oriental e o Pacífico, Kurt Campbell.