Entries tagged with “Coreia do Norte”.


Por Silvana Guerra
Fonte: France Presse

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Começaram nesta segunda-feira (28/2) exercícios militares conjuntos dos exércitos dos Estados Unidos e da Coreia do Sul. As atividades iniciam um dia após a Coreia do Norte ameaçar com uma “guerra total” no caso de provocação.

São duzentos mil soldados sul-coreanos e 12.800 americanos que participarão das manobras. Os EUA deverão mobilizar o porta-aviões USS Ronald Reagan. As atividades serão divididas em duas partes: um exercício de comando até 10 de março e em seguida exercícios aéreos, navais e terrestres até 30 de abril.

De acordo com a agência sul-coreana Yonhap, os exercícios trabalham com diferentes hipótesis, como uma queda súbita do regime norte-coreano e uma fuga em massa de refugiados, provocações ou a busca por armas de destruição em massa.

Por Silvana Guerra
Fonte: EFE

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O Vice-Ministro de Exteriores da China, Zhang Zhijun, chegou neste domingo (20/2) na Coreia do Norte para tentar reabrir o diálogo sobre a questão nuclear de seis lados. Zhang Zhijun chegou acompanhado do segundo responsável nas conversas de seis lados para o desarmamento nuclear de Pyongyang, nas quais participam as duas Coreias, a China, os Estados Unidos, o Japão e a Rússia.

O Vice-Ministro chinês teria se reunido com o chefe da Coreia do Norte para assuntos nucleares, Kim Kye-gwan, indicando uma tentativa de retomar este diálogo multilateral suspenso desde o final de 2008, de acordo com as informações da agência estatal norte- coreana KCNA.

Essa viagem é considerada precursora à visita que o Ministro de Exteriores chinês, Yang Jiechi, fará a Seul nesta próxima quarta-feira e quinta-feira, visando buscar saídas para a crise entre as duas Coreias. Espera-se que o chefe da diplomacia chinesa relate a Seul sobre os resultados da visita dos representantes de Pequim a Pyongyang.

Por Silvana Guerra
Fonte: Estadão

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Segundo as informações da agência estatal Yonhap, os militares da Coreia do Norte não se encontrarão mais para um diálogo com os militares sul-coreanos. A delegação militar norte-coreana afirma que os militares sul-coreanos estão apenas interessados em manter elevado o nível de tensões na Península. Analistas de Seul acreditam que o recuo da Coreia do Norte é uma tática para pressionar o Governo sul-coreano a fazer mais concessões.

As relações bilaterais chegaram ao pior ponto em décadas no ano passado, após o naufrágio do navio sul-coreano que matou 46 pessoas em março, atribuído por Seul ao vizinho, e ao ataque norte-coreano a uma ilha sul-coreana, que matou quatro pessoas em novembro. Seul quer discutir esses dois incidentes e exige um pedido de desculpas e a punição dos responsáveis. A Coreia do Norte nega e diz que por isso não pedirá desculpas.

Por Silvana Guerra
Fonte: EFE

Segundo fontes da Defesa sul-coreana, a reunião militar entre as duas Coreias terminou hoje (9/2) sem nenhum acordo após dias de negociações. Esta seria uma reunião prévia para promover um encontro de alto nível em busca de reduzir a tensão na península.

As duas delegações, lideradas por coronéis, não chegaram a um consenso para formar a agenda e designar as datas do encontro de alto nível que teria o objetivo de reduzir as divergências das duas nações após o bombardeio norte-coreano contra a ilha sul-coreana de Yeonpyeong.

“As conversas terminaram por volta das 15h (4h em Brasília) sem que haja acordo”, indicou um oficial sul-coreano à agência local Yonhap.

Este encontro militar era o primeiro desde setembro e um importante gesto de aproximação entre as duas Coreias após o ataque norte-coreano que em 23 de novembro deixou quatro sul-coreanos mortos na ilha de Yeonpyeong e elevou a tensão ao máximo.

Segundo a Coreia do Norte, o ataque contra Yeonpyeong foi motivado por manobras navais sul-coreanas nas proximidades e negou reiteradamente que tenha ordenado torpedear a corveta sul-coreana “Cheonan” no Mar Amarelo (Mar Ocidental), na qual morreram 46 tripulantes.

A Coreia do Sul exigia que o encontro de alto nível que estava sendo preparado incluísse em sua agenda um pedido de desculpas explícito pelo ataque contra Yeonpyeong e pelo afundamento em março da “Cheonan”.

As duas condições sul-coreanas parecem estar por trás do fracasso dos preparativos para as negociações de alto nível, propostas por Pyongyang no final de janeiro dentro de um conjunto de negociações destinadas a normalizar as relações.

A Coreia do Sul concordou nesta quarta-feira – mas com ressalvas – com uma reunião entre os representantes da Cruz Vermelha dos dois países para planejar encontros das famílias separadas pela Guerra da Coreia (1950-53). O fracasso das conversas militares, no entanto, pode frustrar essa aproximação.

Por Silvana Guerra
Fonte: Opera Mundi

 

Após as tensões provocadas pelo ataque a uma ilha sul-coreana no final do ano passado, autoridades das duas Coreias voltaram a se encontrar nesta terça-feira (8/2) em uma reunião de alto nível entre Ministros da Defesa dos dois países.

A China e os Estados Unidos pressionaram para que as duas Coreias retomassem as discussões. Pequim quer que a Coreia do Norte, país aliado, volte a discutir com a comunidade internacional sobre seu programa nuclear. E o Governo americano, que é próximo de Seul, pede para que, antes de qualquer coisa, Pyongyang volte a dialogar com Seul.

Por Silvana Guerra
Fonte: Folha

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A Coreia do Sul aceitou a proposta de iniciar conversações com a Coreia do Norte sobre temas militares de alto nível dos dois países. O Governo sul-coreano não havia aceitado, até então, outras propostas do país vizinho, por desconfiar de suas verdadeiras intenções.

De acordo com o Ministério de Unificação da Coreia do Sul, o país participará das conversações “com condições de que a Coreia do Norte adote medidas responsáveis nos casos do naufrágio do navio Cheonan e do ataque à ilha Yeonpyeong, e prometa evitar uma repetição destes atos”.

Por Silvana Guerra
Fonte: AFP

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Durante um discurso pronunciado na Universidade Keio, em Tóquio, o Secretário de Defesa americano, Robert Gates, afirmou que as forças armadas americanas são necessárias no território japonês devido à ameaça representada pelo regime norte-coreano e pela influência da China na região.

Robert Gates disse ser imprescindível essa presença para responder aos desafios e ameaças para a segurança, caso contrário, as provocações da Coreia do Norte poderiam causar maior instabilidade no caso da China se comportar de forma mais ousada com os países da região.

Sem a presença militar no Japão, “menos informações seriam compartilhadas e a coordenação seria menor, e nós saberíamos menos sobre as ameaças regionais e as capacidades militares de nossos potenciais adversários”, disse Gates.

Por Silvana Guerra
Fonte: AFP

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O General Walter Sharp, que comanda as forças americanas na Coreia, afirmou que os Estados Unidos têm meios necessários para destruir pontos norte-coreanos de lançamento de mísseis e para impedir que Pyongyang utilize isso para ameaçar os países vizinhos.

Primeiramente serão usados os meios de persuasão, caso não funcione, daí sim os de responder. O Secretário de Defesa americano, Robert Gates, disse durante sua visita à China, nesta terça-feira, que o míssil intercontinental desenvolvido atualmente pela Coreia do Norte poderá representar uma ameaça direta para os EUA nos próximos cinco anos.

Em abril de 2009, em um dos três testes de mísseis balísticos intercontinentais realizados pelo Governo norte-coreanos, um sobrevoou o Japão antes de cair no Oceano Pacífico.

Por Silvana Guerra
Fonte: EFE

Os Secretários de Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, e do Japão, Toshimi Kitazawa, se reuniram hoje (13/1), em Tóquio, e acordaram estreitar a aliança em questões de segurança entre os dois países e cooperar de forma efetiva e realista diante da ameaça norte-coreana.

No encontro entre os dois Secretários, a questão da Coreia do Norte dominou boa parte da reunião, e ambos reiteram o apoio a uma negociação entre as duas Coreias e concordam que para isso, a China (principal aliado de Pyongyang) deve colaborar para que se obtenha a paz e a segurança da região.

Durante o encontro também foi discutido sobre a situação das bases militares americanas no arquipélago japonês, onde Washington mantém cerca de 50 mil soldados, sendo a metade deles em Okinawa.

Robert Gates, que chegou nesta quarta-feira em Tóquio após uma visita de quatro dias à China, também se reuniu com o Primeiro-Ministro do Japão, Naoto Kan. Na sexta-feira, seguirá para Seul, encerrando sua viagem pela Ásia.

Por Silvana Guerra
Fonte: Agência de Notícias

Após a sinalização de que as duas Coreias estão abertas ao diálogo de paz, o enviado dos Estados Unidos para a Coreia do Norte, Stephen Bosworth, se reuniu hoje (5/01), em Seul, com autoridades sul-coreanas para estudar os meios de aliviar as tensões na região coreana. De acordo com fontes oficiais, os negociadores irão analisar a situação do programa nuclear norte-coreano e as futuras respostas.

As tensões na península aumentaram depois do bombardeio norte-coreano, em novembro. A Coreia do Sul disse que retaliaria caso fosse provocada novamente pela Coreia do Norte. Os dois países trocaram ameaças de guerra e iniciaram exercícios militares sem precedentes.

O Ministro das Relações Exteriores da China e o Assessor de Segurança Nacional dos EUA, Tom Donilon, discutiram nesta terça-feira (4/01), em Washington, sobre o programa nuclear da Coreia do Norte, buscando maneiras de convencer Pyongyang a abandonar seu programa de armas nucleares e atender seus compromissos e obrigações internacionais, evitando assim a desestabilização na região coreana.