Militar


Por Silvana Guerra
Fonte: Comex do Brasil
 

O Ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse que o Brasil cuidará de seu território por si mesmo e não tolerará a pretensão de internacionalização da Amazônia. Seu discurso foi nesta terça-feira (12/4) em palestra proferida no III Seminário de Defesa, um dos eventos promovidos pela LAAD 2011 (Latin America Aerospace & Defence), maior feira de tecnologia de defesa e segurança da América Latina. A LAAD 2011 acontece entre os dias 12 a 15 de abril, no Riocentro, Rio de Janeiro.

Nelson Jobim ressaltou os desafios enfrentados pela atual geração, mas que poderá ser conquistado “na medida em que haja consciência de que as riquezas do país devem ser utilizadas para o bem de seu povo e para o bem de todo o mundo”.

Durante o Seminário, o Ministro Jobim fez menção a respeito do impacto que a evolução tecnológica deverá exercer na transformação do modelo de defesa brasileiro, sendo necessário combinar a modernização tecnológica das Forças Armadas com sabedoria política e eficiência militar.

Para ele, por ser relativamente avançado do ponto de vista tecnológico, o Brasil é vulnerável ao emprego de armamento sofisticado contra as chamadas “infraestruturas críticas”. E acrescentou que é imprescindível que o país avance de forma a garantir a passagem de seu atual estágio “de piso para o teto tecnológico”.

Por Silvana Guerra
Fonte: O Globo
 

A Elbit Systems, empresa israelense, foi contratada pela Embraer como principal fornecedora do projeto de modernização de 11 caças supersônicos F-5 para a Força Aérea Brasileira (FAB). A gaúcha Aeroletrônica (AEL), subsidiária da Elbit no Brasil, colocará em prática o acordo, que está avaliado em U$ 85 milhões, e deverá realizar as entregas a partir de 2013.

Os caças foram comprados em 2010, na Jordânia, e ganharão computadores de bordo, radares e sistemas ultramodernos, como o Eletronic War e um software de gerenciamento de munição. Equipamentos de apoio em terra e simulador de voo também serão fornecidos pela empresa israelense.

Atualmente a FAB tem 57 caças F-5, sendo que 46 deles já foram modernizados. Aviões da Bandeirante, do tipo C-95, também já foram modernizados pela Elbit Systems. O novo Bandeirante já completou 70 voos experimentais e deverá ser colocado à disposição da FAB em maio deste ano.

Por Silvana Guerra
Fonte: DefesaNet
 

O grupo Odebrecht anunciou nesta quinta-feira (07/4) a criação da Odebrecht Defesa e Tecnologia, empresa que atuará na área de defesa e segurança. No mês passado, em março, a empresa comprou o controle da Mectron, fabricante de mísseis e produtos de alta tecnologia para o mercado espacial.

Roberto Simões, que comandará a empresa, disse que a intenção é liderar o mercado ligado à defesa, além de disputar novos negócios em regiões que a Odebrecht já atue, como no caso da América Latina e África. A Embraer é a principal concorrente com a recente compra em maio de 64,7% do capital social da divisão de radares da OrbiSat da Amazônia Indústria e Aerolevantamento.

Iniciativas já existentes estarão reunidas sob o comando da Odebrecht Defesa e Tecnologia. Uma delas é o contrato que durará até 2020, no qual prevê a parceria com a empresa francesa DCNS para implementar o complexo de estaleiro e base naval, onde serão construídos e operados quatro submarinos convencionais e um nuclear para o governo brasileiro.

A outra é a parceria com a EADS Defence & Security sobre projetos que fornecerá soluções integradas em sistemas para as Forças Armadas e para a segurança civil.

Por Silvana Guerra
Fonte: BBC Brasil
 

O Embaixador do Japão na Costa do Marfim, Okamura Yoshifumi, e sete funcionários da representação diplomática foram resgatados ontem (08/4) por tropas francesas, após a residência do Embaixador na capital do país ser invadida por homens armados ainda não identificados. Não se sabe se são homens das forças leais ao Presidente da Costa do Marfim, Laurent Gbagbo, ou pró-ativistas de Alassane Ouattara.

O representante japonês disse ter visto que alguns funcionários, como seguranças e jardineiros, não estavam na casa e que havia sangue no local. A residência ficou ocupada por cinco horas. Ele e os outros funcionários conseguiram se esconder em um abrigo, enquanto os invasores lançavam ataques com foguetes e metralhadoras contra forças rivais.

Segundo os militares franceses, a operação foi realizada a pedido do Japão e da Organização das Nações Unidas.

Por Silvana Guerra
Fonte: BBC Brasil e Agência Brasil
 

O Ministro do Exterior do Governo não-reconhecido de Laurent Gbagbo da Costa do Marfim, Alcide Djedje, disse que chegou a um acordo de cessar-fogo e afirmou que, após dias de confronto, a guerra acabou. Alcide Djedje está na Embaixada francesa, em Abdijan, e estaria representando Gbagbo.

Não há confirmação ainda por parte dos partidários de Alassane Ouattara, Presidente reconhecido internacionalmente, e nem se sabe se Gbagbo teria concordado em deixar o poder. As informações, segundo um porta-voz de Gbagbo, Ahoua Don Mello, seriam de que se estariam esperando por uma delegação da União Africana para que sejam realizadas as negociações entre os dois lados.

O Chanceler Djedje disse que não pode revelar ainda onde se encontra Laurent Gbagbo, pois, seu governo está enfrentando no momento um ataque do Exército francês.

Desde ontem (04/4) que a ONU e a França lançam ataques de helicópteros na cidade de Abidjan, contra o complexo presidencial que tem sido usado como base de Gbagbo. De acordo com o porta-voz da ONU, Hamadoun Touré, dois acampamentos militares na área foram atingidos, além do próprio palácio e da residência presidencial.

Por Silvana Guerra
Fonte: EFE
 

O Presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, disse ontem (04/4) que as usinas nucleares em seu país são “mais seguras e modernas” que as do Japão, descartando a possibilidade de qualquer acidente nuclear, ainda que o Irã esteja localizado em uma das zonas mais sísmicas do mundo, como é o caso.

Mahmoud Ahmadinejad lembrou que tecnologia utilizada na usina de Fukushima já passa dos 50 anos, e ressaltou dizendo “até onde eu sei, o acidente não foi consequência do terremoto, mas do tsunami posterior, que teve o dobro da intensidade. Não há tsunamis no Golfo Pérsico, portanto não devemos se preocupar”.

A primeira usina nuclear construída no país foi em Bushehr, na década de 1970, localizada no litoral sudoeste do país e de alta atividade sísmica. A obra foi concluída por engenheiros russos nos últimos 10 anos e ainda não entrou em funcionamento. O Presidente Ahmadinejad reconheceu os erros técnicos, e afirmou que entrará em funcionamento no mês de abril.

Por Silvana Guerra
Fonte: EFE

 

No 29º aniversário do início da guerra entre a Argentina e o Reino Unido pela Ilhas Malvinas, a Presidente argentina, Cristina Kirchner, reiterou neste sábado (02/1) sua exigência para que o Governo britânico negocie a soberania argentina sobre as Ilhas, afirmando que o colonialismo “ainda envergonha a humanidade no século XXI”.

A Presidente Kirchner discursou na cidade meridional de Rio Gallegos no principal ato de homenagem às vítimas e sobreviventes do conflito. Ela disse que continuará brigando para que o Reino Unido cumpra as resoluções das Nações Unidas para negociação do arquipélago, invadido e ocupado pelos britânicos em 1833.

Os atos em comemoração aos 29 anos da Guerra das Malvinas ocorreu neste sábado em todo país, com vigílias de ex-combatentes e mostras artísticas e musicais, além de outras atividades. A Presidente argentina disse que implementará nas escolas para que pelo menos uma sala de aula de cada instituição de ensino do país leve o nome de uma vítima nas Malvinas.

A guerra ocorreu em 1982 e durou 74 dias. Terminou com a derrota da Argentina, na qual morreram 255 soldados britânicos, três moradores do arquipélago e 649 argentinos.

Por Silvana Guerra
Fonte: Opera Mundi
 

A Organização do Tratado Atlântico Norte (OTAN) assumiu hoje o controle de todas as operações na Líbia, de acordo com a decisão adotada em uma reunião realizada no último domingo entre os 28 membros da Aliança. As forças de coalizão, que estava sob o comando dos Estados Unidos, da França e Reino Unido desde o último dia 19, passa a ser liderada pela Organização.

A OTAN implementará todos os aspectos da resolução 1973 do Conselho de Segurança da ONU , sob o pretexto de proteger os civis e ajudar os opositores do regime de Muamar Kadafi. Estará sob sua responsabilidade os ataques contra alvos terrestres e garantir o cumprimento do embargo de armas que pesa sobre a Líbia com uma missão naval no mar Mediterrâneo.

A força-tarefa da OTAN, que realizará as ações militares, tem sede em Nápoles, na Itália, e terá o General canadense Charles Bouchard à frente das operações.

Por Silvana Guerra
Fonte: Opera Mundi
 

A Organização do Tratado Atlântico Norte(OTAN) assumiu hoje (27/03) as operações militares na Líbia, inclusive o comando dos ataques contra alvos terrestres. O anúncio foi feito por um funcionário da organização.

A OTAN implementará todos os aspectos da resolução 1973 do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas(ONU), que é o de proteger os civis e dar apoio aos opositores do regime de Muamar Kadafi.

De acordo com a decisão, a Aliança Atlântica controlará todas as operações militares em torno da Líbia. A OTAN se encarregará do operacional e do cumprimento do embargo de armas que pesa sobre a Líbia com uma missão naval no mar Mediterrâneo.

Por Silvana Guerra
Fonte: Opera Mundi

 

Os membros da União Africana (UA) e representantes dos Governos da Rússia, China, Estados Unidos e França se reuniram nesta sexta-feira (25/3), em Adis Abeba, Etiópia, com representantes do regime do Governo líbio de Muammar Kadafi a fim de encontrarem uma solução pacífica para o conflito da Líbia.

O líder Kadafi enviou à reunião Mohamad Zawi, que é porta-voz do Congresso Popular da Líbia, atendendo ao convite para o encontro na Etiópia. A UA quer estabelecer um período de transição na Líbia, com eleições democráticas, como forma de encerrar os conflitos entre a oposição e as tropas governistas.

O Presidente da Comissão da aliança africana, Jean Ping, disse estar confiante de se chegar “à raiz do conflito líbio por meio de uma conversa entre as partes em confronto, o que deveria levar à realização de eleições para nomear instituições democráticas no país”. Ele acredita na possibilidade de haver um consenso entre os rebeldes e o regime, delimitando um caminho para se chegar ao fim da crise, incluindo aí “inevitáveis” reformas políticas.

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