Militar


Por Silvana Guerra
Fonte: BBC Brasil
 

Será lançado entre os dias 20 e 26 de junho, no Salão Aéreo de Paris, um helicóptero híbrido capaz de voar a mais de 400 km/h. A aeronave voa tão rápido quanto um avião, porém com a manobrabilidade de um helicóptero. Os fabricantes do Eurocopter X3 o estão chamando de “divisor de águas”.

A Eurocopter diz que o X3 pode ser usado para operações de busca e resgate e qualquer outra missão em que a velocidade seja primordial. O híbrido possui hélices horizontais que possibilitam a decolagem e pouso verticais, e também duas turbo-hélices montadas em pequenas asas que permitem velocidades acima de 400 quilômetros por hora. Bem mais rápido que helicópteros comuns.

Por Silvana Guerra
Fonte: EFE
 

O Primeiro-Ministro do Paquistão, Yousuf Raza Gilani, disse ontem (05/5) que não sabe dizer se a operação militar dos Estados Unidos que levou a morte de Osama Bin Laden constituiu ou não uma violação à soberania do país. Porém, reclamou que o Governo norte-americano deveria ter informado Islamabad.

Apesar da argumentação dos EUA de que não facilitou dados da operação pr receio de um vazamento, o Primeiro-Ministro Gilani disse que confia no serviço de inteligência de seu país e no trabalho das Forças Armadas paquistanesas.

Mesmo admitindo que a morte de Bin Laden pode contribuir para melhorar a cooperação em matéria antiterrorista com o Afeganistão, luta que também pediu o apoio do resto da comunidade internacional, Yousuf Raza Gilani ressaltou que isso não é o “fim do jogo, mas o início”. Ele acredita que agora as ameaças de represálias poderão se intensificar e disse que é necessária a colaboração.

Por Silvana Guerra
Fonte: Agência Brasil
 

O Governo russo anunciou nesta terça-feira (03/5) a venda de dois helicópteros de ataque e seis de transporte à Força Aérea do Peru, os quais serão utilizados em operações militares contra o tráfico de droga e terrorismo. O Ministro da Defesa peruana, Jaime Thorne, confirmou a compra dos equipamentos, que deverão chegar até o final do ano.

Os Governos do Peru, da Bolívia e da Colômbia intensificaram os combates ao narcotráfico devido ao alto índice de produção de drogas nessa região. Os três países são considerados como corredores para a fabricação de droga, principalmente cocaína.

O Peru negociou a compra dos helicópteros com a Rosoboronexport, empresa estatal exportadora de armas da Rússia, em julho de 2010. Os helicópteros de transporte são do tipo Mi-171Sh Hip e os de ataque Mi-35P Hind.

Por Silvana Guerra
Fonte: EFE
 

Após sete dias de conflito, os exércitos do Camboja e Tailândia chegaram a um acordo nesta quinta-feira (28/04) para um cessar-fogo que detém a onda de violência, que causaram 15 mortes, um deles civil, e dezenas de pessoas deslocadas.

O encontro entre os militares das duas nações ocorreu na passagem fronteiriça de Osmach, na província de Oddar Meanchey, e durou menos de uma hora. Os dois países se acusam mutuamente de ter começado as hostilidades, que se desenvolveram em torno dos antigos templos de Ta Muen, Ta Kwai e Preah Vihear.

As fronteiras entre os países são fortemente minadas e nunca estiveram claramente delimitadas desde que a França abandonou suas colônias no Sudeste Asiático após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O conflito atual começou em 2008, quando a Unesco atribuiu o título de patrimônio da humanidade ao monumento de Preah Viehar, incluindo-o no território cambojano.

Por Silvana Guerra
Fonte: Correio Braziliense
 

Os novos protestos no Iêmen nesta quarta-feira (27/4) levaram a pelo menos 15 pessoas mortas e mais de 130 feridas. As manifestações exigem a renúncia do Presidente iemenita, Ali Abdullah Saleh. As forças de segurança e os militares atiraram para dispersar os protestos.

Os manifestantes fizeram uma passeata, em Sanaa, exigindo a queda do regime e denunciando o plano das monarquias do Golfo para solucionar a crise. Em Adén, no sul do país, houve confrontos pela manhã de ontem (27/4) entre as forças de segurança e manifestantes armados que tinham proclamado um dia de “desobediência civil”.

As manifestações começaram em janeiro deste ano contra o regime do Presidente Saleh, que está no poder há 32 anos.

Por Silvana Guerra
Fonte: France Presse
 

O bloqueio da Rússia e China impediu que o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) chegasse a uma declaração comum para condenar o regime sírio pela violenta repressão contra os manifestantes.

O representante russo na ONU, Alexander Pankin, explicou a posição de seu país, alegando que “a situação na Síria não representa uma ameaça para a paz e a segurança internacional”, advertindo ainda para o “risco de guerra civil” se houver intervenção externa.

A reunião desta quarta-feira foi mais uma tentativa sem sucesso para negociar uma proposta dos quatro países da União Europeia que possuem assento no Conselho (Alemanha, França, Reino Unido e Portugal) para que o órgão aprovasse uma declaração de condenação ao regime sírio.

O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, participou do encontro no Conselho de Segurança e se mostrou favorável tanto da condenação quanto de uma investigação internacional para avaliar se as forças do presidente sírio, Bashar Al Assad, estão violando os direitos humanos.

Por Silvana Guerra
Fonte: Agência Brasil
 

O aumento das manifestações de protesto contra o Governo de Bashar Al Assad, na Síria, colocou a Embaixada brasileira no país em alerta. Até o presente momento não há ameaça direta aos cerca de 3 mil brasileiros que estão na Síria. No entanto, a Embaixada se colocou à disposição deles para qualquer eventualidade. Houve apenas um caso em que a pessoa solicitou apoio por encontrar dificuldades de retornar ao Brasil.

Diplomatas locais informaram que, mesmo com o agravamento das tensões, os aeroportos funcionam normalmente, sendo que há condições para deixar o país. Ainda assim, a orientação é para manter o alerta e evitar viagens à região, pois o clima é de apreensão e preocupação. Por enquanto, o Governo brasileiro não considera necessário optar pela evacuação de áreas nem pela retirada de brasileiros do país.

O Itamaraty divulgou na última segunda-feira (25/4) uma nota sobre a preocupação com acirramento das tensões locais:

“O governo brasileiro reitera o repúdio ao uso da força contra manifestantes desarmados e expressa a expectativa de que a crise seja equacionada pela via do diálogo. O governo brasileiro sublinha que as aspirações legítimas das populações do mundo árabe devem ser equacionadas por processos políticos inclusivos e não pela via militar”, diz a nota.

Por Silvana Guerra
Fonte: Agência Brasil
 

O Governo dos Estados Unidos pede que os norte-americanos localizados na Síria deixem o país. O pedido foi motivado pela iminência dos EUA decretarem novas sanções contra a Síria devido à “violência brutal” empregada contra os manifestantes.

Além disso, a Chancelaria norte-americana adverte contra a ida de seus cidadãos à Síria alegando que eles podem estar em perigo, diante da tentativa de Damasco de atribuir a culpa da violência aos estrangeiros. De acordo com o Departamento de Estado norte-americano, as restrições impostas pelo Governo sírio dificultam a avaliação sobre a real situação da segurança no país.

Desde 2004, o Governo norte-americano já aplica sanções contra a Síria. O país está proibido de exportar para os EUA produtos que contenham mais de 10% de compontentes manufaturados americanos. Em 2006, foram aplicadas sanções contra o Banco Comercial da Síria. Há ainda sanções específicas impedindo que determinados cidadãos e entidades da Síria tenham acesso ao sistema financeiro americano.

Fonte: EFE
 

Os confrontos entre as tropas de Tailândia e Camboja, que já causaram 11 mortos, continuam neste domingo (24/04) na fronteira apesar da chamada ao cessar-fogo realizado pelo secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon.

O porta-voz do Exército tailandês, coronel Sansern Kaewkamnerd, disse que pelo terceiro dia consecutivo os soldados dos dois países trocaram disparos de fuzil e fogo de artilharia na mesma região que em dias anteriores.

Estes confrontos são travados nos arredores do templo de Ta Kwai (Olho de búfalo) construído durante a era de esplendor do Império Khmer, no século XII, e situado na faixa de fronteira que delimita a província tailandesa de Surin, ao nordeste do país, com a região norte do Camboja.

O templo de Ta Kwai faz parte do antigo complexo arquitetônico de Ta Muen, outro dos legados da milenar civilização khmer cuja soberania é disputada por Tailândia e Camboja.

Após o reatamento dos confrontos, o primeiro-ministro da Tailândia, Abhisit Vejjajiva, disse em discurso pela televisão que seu governo “está preparado para prestar total apoio ao Exército para que defenda o território nacional”.

“Não devemos cair na armadilha. O Camboja tenta levar a disputa ao âmbito internacional, mas deve ser resolvida em nível bilateral e sem mediação de um terceiro país”, afirmou o chefe do governo.

Na sexta-feira passada, pelo menos cinco soldados tailandeses e seis cambojanos morreram, enquanto 30 militares dos dois países ficaram feridos.

Em março, os governos de Camboja e Tailândia aceitaram negociar com a mediação da Indonésia o litígio territorial que travam por causa da soberania de uma pequena região situada ao lado do templo de Preah Vihear, também na fronteira comum.

No entanto, depois a Tailândia mudou de opinião e se negou a negociar uma solução com o Camboja, alegando que a presença de observadores indonésios na área em disputa podia complicar a situação.

Este contencioso entre Camboja e Tailândia ganhou força em 2008 quando o templo foi declarado patrimônio da humanidade e a Unesco o inscreveu dentro do território cambojano

A Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), cuja Presidência temporária é da Indonésia, tratou o conflito em reunião no final de fevereiro e surgiu a iniciativa da mediação.

O bloco regional integra Mianmar (Birmânia), Brunei, Camboja, Filipinas, Indonésia, Laos, Malásia, Cingapura, Tailândia e Vietnã.

A Tailândia admite que o conjunto de monumentos se encontra em solo cambojano, tal como sentenciou o Tribunal Internacional de Haia em 1962, mas reivindica uma área de 4,6 quilômetros quadrados situada nos arredores do templo.

Os dois países assinaram em 2000 um memorando de entendimento.

Por Silvana Guerra
Fonte: BBC Brasil
 

O Governo da Líbia disse que dará acesso de áreas sob seu controle aos agentes humanitários, permitindo que eles se estabeleçam na capital do país e circulem livremente pelo território com a finalidade de prestar ajuda aos inúmeros feridos em consequência do confronto entre forças do líder líbio e a oposição ao governo de Kadafi.

As informações foram prestadas por autoridades das Nações Unidas. Segundo relatos, só em uma ofensiva na cidade de Misrata, controlada por rebeldes, já deixou vários mortos, não há suprimentos médicos e quase não há alimentos básicos.

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