Economia


Fonte: Agência Brasil
 

O Diário Oficial da União publica hoje (29/4) a resolução do Banco Central com as novas normas sobre talões de cheques. As regras foram aprovadas ontem (28) na reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN) e atingem bancos, clientes e comerciantes.

A partir de agora, a responsabilidade por prestar informações sobre cheques aos comerciantes passa a ser dos bancos e os dados deverão ser mais abrangentes. Atualmente essas informações são prestadas por entidades como a Serasa e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).

As instituições financeiras terão um ano para iniciar o serviço, que poderá ser cobrado dos comerciantes. Dentro desse prazo, os bancos terão de incluir em todos os contratos já existentes os critérios que usa para conceder ou não cheques a um determinado cliente. Nos novos contratos, a exigência vale a partir de hoje.

Os bancos poderão continuar decidindo que regras utilizarão para a concessão de cheque, mas deverão observar se há restrições cadastrais, o histórico de ocorrências com cheques, a suficiência de saldo e o estoque de cheques em poder do correntista.

Os bancos também terão de exigir um boletim de ocorrência quando o cliente quiser sustar um cheque. Depois de sustá-lo, o cliente não poderá reverter a decisão, ou seja, o cheque não poderá ser compensado.

Será impressa nos cheques a data em que ele foi confeccionado, a exemplo do que ocorre hoje com a data em que o titular passou a ser cliente do banco. O prazo para o cumprimento dessa norma é seis meses. A medida tem como objetivo aumentar a segurança, a transparência e a credibilidade nas operações e dar mais informações aos comerciantes no momento de receber o cheque.

Outra norma obriga as instituições financeiras a informar ao cliente que teve o cheque devolvido o nome completo e endereço da pessoa ou empresa que fez o depósito. O Banco Central entende que esse mecanismo vai permitir ao proprietário do cheque acertar sua dívida e limpar o nome no mercado.

Por Silvana Guerra
Fonte: Agência Brasil
 

Começou ontem (27/4) o 6º Fórum Econômico Mundial da América Latina que tem como sede a cidade do Rio de Janeiro. O World Economic Fórum, com a temática Criando a Plataforma para uma Década Latino-Americana, acontecerá até o dia 29 e reunirá cerca de 700 dirigentes globais e regionais para discutirem o desenvolvimento da região nos próximos dez anos.

O World Economic Forum é uma organização internacional baseada em Genebra, na Suíça, não tem fins lucrativos e não está ligado a interesses políticos, partidários ou nacionais. Durante o encontro, as lideranças políticas, sociais e econômicas de mais de 45 países terão três temas principais: Fortalecendo a Governança Regional e Internacional; Avanços em Inovação e Produtividade para o Crescimento Equitativo; e Promovendo Parcerias Efetivas para o Desenvolvimento Sustentável.

Das autoridades brasileiras participantes são Antônio Patriota, Ministro das Relações Exteriores; Geraldo Alckmin, Governador de São Paulo; Sérgio Cabral, Governador de Rio de Janeiro; Luciano Coutinho, Presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES); Aloizio Mercadante, Ministro de Ciência e Tecnologia e Izabella Teixeira, Ministra do Meio Ambiente.

Por Silvana Guerra
Fonte: Folha
 

O Banco do Brasil abrirá a sua primeira agência na cidade de Xangai, na China, que começará a operar no prazo de um ano.

O objetivo é canalizar para investimentos no Brasil o “ouro de Pequim”, como alguns empresários se referem ao caudaloso volume de recursos disponíveis na China. Hoje, esses recursos passam por bancos estrangeiros radicados nos dois países, casos do Santander e principalmente do HSBC.

Fonte: Agência Brasil
 

O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, convocou hoje (7) a imprensa do país para transmitir mensagem sobre a aprovação ontem (6), na Câmara dos Deputados, em Brasília, de uma proposta que aumenta os valores pagos pelo Brasil aos paraguaios pelo consumo de energia. Os deputados brasileiros aprovaram o tratado que autoriza aumento equivalente a três vezes o valor das tarifas pagas pelo consumo de energia da Hidréletrica Itaipu Binacional.

As informações são da agência pública de notícias paraguaia, Ipparaguay. De acordo com o governo do Paraguai, o país recebe US$ 120 milhões a título de compensação pela energia não utilizada que se destina ao Brasil. Pelo tratado aprovado ontem, mas que precisa ainda ser submetido ao Senado, a estimativa é que o Paraguai passe a receber US$ 360 milhões.

Para os paraguaios, o tratado é o que eles chamam de recuperação da soberania energética. Os termos do acordo foram negociados por Lugo e o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Assunção, em julho de 2009.

Segundo negociadores, os paraguaios sugeriram que o apoio ao pleito brasileiro de conquistar uma vaga permanente no Conselho de Segurança nas Nações Unidas estava condicionada à aprovação da elevação das tarifas relativas a Itaipu. Para o Brasil, a reforma do conselho é um dos temas prioritários da política externa.

O projeto de decreto legislativo sobre o Tratado de Itaipu foi aprovado ontem à noite por 285 votos favoráveis e 54 contrários. Ele estabelece que o multiplicador para a remuneração da cessão de energia, que hoje é de 5,1, passa para 15,3, aumentando em três vezes o valor da energia cedida pelo Paraguai ao Brasil.

O assunto agora segue para apreciação e votação no Senado, em data a ser definida. Há alguns meses, o governo vem trabalhando para a aprovação do Tratado de Itaipu, mas a oposição insistia em obstruir a votação caso a matéria fosse colocada na pauta. Os recursos para custear o adicional do valor da energia serão definidos pelo Tesouro Nacional, “de forma a não onerar a tarifa de energia elétrica paga pelo consumidor brasileiro”.

O relator do decreto, deputado Doutor Rosinha (PT-PR), recomendou a aprovação do texto por entender que ele ajudará na integração do Cone Sul e fará justiça ao Paraguai. “Os US$ 240 milhões adicionais que serão pagos representam um custo muito baixo, comparativamente aos ganhos políticos, diplomáticos, econômicos e comerciais que o Brasil obtém ao apostar na integração regional e na prosperidade de seus vizinhos”.

Por Silvana Guerra
Fonte: Folha.com
 

A Vale informou na noite de ontem (31/3) em um comunicado oficial, que uma empresa internacional de seleção de executivos vai elaborar uma lista com três nomes para ajudar a definir quem assumirá o cardo de Diretor Presidente após o término do mandato de Roger Agnelli, que está na companhia desde 2001.

De acordo com a informação, nos dias 4 e 7 deste mês, acontecerá uma reunião de acionistas e do Conselho de Administração da Valepar para homologar a contratação dessa empresa, onde também será indicado o novo Diretor Presidente.

Tito Botelho Martins, Presidente da Inco, subsidiária da Vale no Canadá, é apontado como o substituto de Roger Agnelli. Ele está na Vale desde 1985 e é visto como um executivo “linha-dura” nas negociações.

A Presidente Dilma Rousseff quer a saída do executivo por considerar que ele é inábil politicamente e refuta sugestões oficiais.

Por: Silvana Guerra
Fonte: Correio Braziliense
 

O estudo sobre os avanços das metas do milênio, do Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG), ligado ao Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), concluiu que o Brasil teve melhora em 69,2% dos indicadores, ficando à frente dos países emergentes no cumprimento das metas de desenvolvimento.

O Brasil ficou na frente da China, Índia, África do Sul, Turquia e Argentina. Contudo, ficou atrás da Guatemala, do Panamá, de El Salvador, da Venezuela, do Paraguai e da Nicarágua.

O estudo analisou 26 indicadores entre 1990 e 2008, no qual houve maior progresso em 18 deles depois de 2000, quando foram adotadas as metas de desenvolvimento e, em 25, houve alguma melhora. Apenas em um dos indicadores, o que trata da área coberta por florestas, houve piora. A área caiu de 57,94%, em 2000, para 55,74%, em 2008.

Por Silvana Guerra
Fonte: Ansa
 

Os legisladores mexicanos são contra a assinatura de um Tratado de Livre Comércio com o Brasil, por considerarem que a inclusão da cana-de-açúcar no tratado trará desvantagens para o país. Atualmente, o TLC está em negociação entre Brasil e México.

O Deputado Fernando Santamaría disse que há uma diferença muito grande entre os dois países, pois o Brasil “tem um desenvolvimento tecnológico significativo em relação ao etanol, um dos melhores do mundo, graças aos recursos que destinou à investigação científica e tecnológica, o que deixaria o México fora do mercado”.

Os deputados farão uma reunião com o Ministro da Economia do México, Bruno Ferrari, para expor seus argumentos que dão respaldo a essa posição. Além disso, membros da Comissão Especial de Vigilância e Acompanhamento da Indústria Açucareira pretendem discutir com o Ministro Ferrari o impacto que o acordo teria ante as assimetrias da inovação tecnológica, do desenvolvimento de variedades agrícolas e do apoio a produtores.

Por Silvana Guerra
Fonte: DefesaNet

 

A Embraer e a Alitalia fecharam um acordo por meio de leasing estruturado por terceiros, o qual prevê a entrega de 15 jatos EMBRAER-175 e 5 EMBRAER-190. O início das entregas deverá acontecer a partir do terceiro trimestre de 2011.

O acordo da Alitalia com a Embraer faz parte de uma ampla reorganização da empresa que está desenvolvendo sua rede regional para atender a novos mercados e demandas de passageiros. As novas aeronaves da Embraer substituirão e modernizarão a atual frota da Alitalia.

As aeronaves terão classe única e serão configuradas de forma que o EMBRAER-175 fique com 88 assentos e o EMBRAER-190 com 100. Os aviões farão parte das malhas domésticas e europeias da Alitalia.

Fonte: Opera Mundi

 

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“Tudo está ficando mais caro em São Paulo do que em Paris”, é o que garante Eric Fajole, diretor da Ubifrance para o Brasil, a Agência Francesa para o Desenvolvimento Internacional das Empresas. Restaurantes, transportes, aluguéis e até “as pessoas competentes em São Paulo estão ficando caras”, aponta. Com o real alto na taxa de câmbio, o custo de implantação e manutenção é a maior queixa dos empresários franceses interessados no Brasil.

Mesmo assim, Fajole afirma que o empresariado quer fortalecer o eixo entre as duas cidades. Nos nove primeiros meses de 2010, os investimentos franceses no país foram de 2,5 bilhões de dólares. A França é o quinto maior investidor estrangeiro em fluxo e o quarto em estoque. Em 2008, esses investimentos progrediram 137% e se consolidaram no último ano. Cerca de 500 empresas estão implantadas no Brasil, grande parte na capital paulista.

Um dos exemplos das parcerias que já existem é a da Dalkia com a Santa Casa. A maior rede de hospitais públicos da prefeitura de São Paulo é operada em contrato de parceria público privada pela empresa francesa. “Existem outros projetos para a gestão de águas, saneamento e transportes”, aponta. “São Paulo é uma cidade interessante em termos de concessões”, revela fazendo alusão às numerosas licitações abertas atualmente.

A cidade de São Paulo tem a segunda maior frota de helicópteros do mundo. ”Os franceses foram os únicos que fizeram transferência de tecnologia com a abertura de uma fábrica de helicópteros no país”. Esse seria o grande diferencial para Fajole: a implantação de pólos produtivos e a capacitação de profissionais que eles podem oferecer.

“A França tem know how em termos de transporte urbano, prédios sociais, recuperação de edifícios antigos e em patrimônio histórico, que podem interessar a cidade”, assinala.

A construção do primeiro trem-bala do Brasil ligando o Rio de Janeiro a São Paulo, negócio estimado em 33 bilhões de reais e que evolve ainda uma concessão de exploração do trecho de 40 anos, é outro empreendimento que atrai os franceses. O grupo Alstom, que atua na construção ferroviária, possui duas fábricas no país e participa do leilão que se encerra em abril.

Paris-São Paulo

Em viagem oficial à França realizada na semana passada, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, almejou atrair novos investimentos para diferentes projetos, entre eles a Estação Nova Luz, o Centro de Convenções de Pirituba e a candidatura à sede da Expo Universal 2020 – sem contar os diferentes projetos de infraestrutura envolvendo a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos.

“Nós já fizemos reuniões privadas com algumas empresas francesas aqui e estou encarregado de continuar essas conversas em São Paulo,” afirma Alfredo Cotait, secretário de Relações Internacionais da Prefeitura de São Paulo. Os novos investidores seriam dos setores de energia renovável, lixo e serviços.

Segundo Kassab, depois do encontro com o prefeito de Paris, Bertrand Delanoë, na terça-feira (08/03), foi criada uma comissão que deve definir seus objetivos nas próximas semanas. “Ela vai criar um fórum de intercâmbio permanente entre São Paulo e Paris. A primeira ação dessa comissão vai se dar no campo do meio ambiente”, revela Cotait.

Delanoë também deve ir à capital paulista no final de maio desse ano, para a quarta edição da C40, (Climate Leadership Group Summit), encontro de prefeitos para debater soluções ecológicas em grandes cidades.

Por Silvana Guerra
Fonte: Portal UOL

 

O horário de verão termina a meia-noite deste sábado (19/2) para os dez Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil e mais o Distrito Federal. Os moradores locais deverão atrasar os relógio em uma hora. O horário de verão está vigente desde o dia 17 de outubro do ano passado.

O Operador Nacional do Sistema (ONS) divulgou nesta sexta-feira (18/2) que os dados da economia de energia para o período foi de 4,4% da demanda máxima, entre 18 e 20h, abaixo da média de 5% prevista pelo Governo, e em percentual equivalente a R$ 30 milhões.

De acordo com o ONS, a economia gerada pode representar ganhos para o consumidor ao longo do ano, com redução nas tarifas de energia elétrica. A queda foi de 0,5% nos subsistemas Sul/Sudeste/Centro-Oeste, o que equivale a cerca de 8% do consumo mensal da cidade do Rio de Janeiro, com 6.323.037 habitantes, e 10% do consumo mensal de Curitiba, com 1.746.896 habitantes.

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