Archive for setembro, 2009

Fonte: Agência FAPESP

Um ano depois das comemorações dos 100 anos da imigração japonesa ao Brasil, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto, uniram esforços para destacar as colaborações científicas – dos mais variados tipos e em diferentes áreas do conhecimento – realizadas por pesquisadores dos dois países ao longo desse período.

O livro Centenário Brasil-Japão: USP e a Cooperação Científica Nipo-Brasileira, que acaba de ser lançado, foi escrito a partir de entrevistas com 35 cientistas brasileiros que, ao longo desse período, participaram de algum tipo de interação acadêmica com colegas de instituições de pesquisa japonesas.

A obra foi organizada por José Aparecido da Silva, professor do Departamento de Psicologia e Educação da USP de Ribeirão Preto, Rosemary Conceição dos Santos, pesquisadora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, e Amando Siuiti Ito, Oswaldo Baffa Filho e Sumeire Takahashi de Oliveira, todos da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP.

A despeito de obstáculos como dificuldades financeiras e distanciamento familiar, o livro mostra como esses pesquisadores se propuseram a cooperar com as diversas universidades orientais para a troca de experiências e o aprendizado de novas técnicas e metodologias de pesquisa. “Sempre se fala muito sobre a interação entre as duas culturas e pouco se diz sobre a colaboração científica existente entre Brasil e Japão. Além de destacar as semelhanças e as diferenças no campo da pesquisa científica, o livro também aborda os reflexos dessas interações acadêmicas para ambos os países – impactos que ocorreram no âmbito social e cultural, influenciando até as relações diplomáticas”, disse José Aparecido da Silva à Agência FAPESP.

“As entrevistas com os cientistas brasileiros, muitos descendentes de japoneses, deixam claras as inúmeras virtudes dessa parceria, entre elas a dedicação dos pesquisadores às diferentes disciplinas, aos principais resultados e benefícios acadêmico-científicos, ao compartilhamento de equipamentos e infraestrutura de pesquisa e ao notável envolvimento dos cientistas na busca por novas descobertas”, aponta o docente. Em sua maioria apoiados por bolsas do Monbusho, o Ministério da Educação do Japão, os pesquisadores entrevistados abordam temas que foram divididos em tópicos como interação, apoio, vínculos e influências; fomento às relações; dificuldades encontradas nas pesquisas feitas no Japão e no Brasil.

A publicação detalha, por exemplo, a grande afinidade que a ciência japonesa possui com a brasileira na área de exatas. “Identificamos uma grande interação histórica nessa área entre os cientistas dos países, com dezenas de estudos bem-sucedidos. Um dos reflexos dessa interação é que, atualmente, entre 15% e 20% dos estudantes das universidades públicas do Brasil, na área de exatas, são de origem asiática, provenientes, sobretudo, do Japão”, apontou.

O livro apresenta ainda a situação econômica do Japão, que conta com mais recursos financeiros para as pesquisas do que os disponíveis no Brasil, além de possuir forte apoio do setor industrial para esse fim, o que lhes permite imprimir maior agilidade e diversidade em suas diversas frentes de investigação. Por outro lado, os autores apontam também que, apesar de terem menos recursos, os pesquisadores brasileiros geralmente desenvolvem, com agilidade, trabalhos significativos que costumam servir de estímulo aos pesquisadores japoneses.

“Historicamente os brasileiros ensinaram, mas também vêm aprendendo muito com os japoneses e, apesar das grandes diferenças culturais, o livro se propõe a solidificar ainda mais as relações entre cientistas dos dois países”, conclui José Aparecido da Silva.

Fonte: Agência FAPESP

As mais antigas fibras usadas por humanos foram descobertas por um grupo internacional de cientistas na Geórgia, república do Cáucaso localizada na fronteira entre Europa e Ásia. As fibras, de linho (Linum usitatissimum), eram usadas há mais de 30 mil anos, como descreve artigo publicado na revista Science.

De acordo com a pesquisa, as fibras, de diferentes dimensões, eram empregadas como cordas ou linhas para amarrar ferramentas de pedra e costurar cestos ou vestimentas. As fibras eram trançadas ou usadas com numerosos nós e até mesmo tingidas, em tonalidades como cinza, preto, azul ou rosa.

As fibras foram encontradas na caverna de Dzudzuana, que reúne uma série de camadas sedimentares do Paleolítico superior. Também foram identificados restos de cabelo humano, insetos e fungos que costumam crescer em materiais têxteis.

“Essa foi uma invenção fundamental dos primeiros humanos. Eles podem ter usado tais fibras para criar vestimentas, cordas ou cestos, itens usados principalmente em atividades domésticas. Sabemos que eles usavam linho selvagem que crescia nos arredores da caverna”, disse Ofer Bar-Yosef, da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, um dos autores do estudo.

Os itens criados com a ajuda das fibras aumentavam as chances de sobrevivência e de mobilidade nas condições adversas encontradas na região montanhosa. Os cientistas estimam que as fibras podem ter sido usadas para a manufatura de roupas e calçados, que garantiriam a sobrevivência durante o rigoroso inverno.

O estudo aponta que as fibras também podem ter sido aplicadas na produção de cestos para carregar itens essenciais, melhorando a mobilidade e oferecendo uma grande vantagem em uma sociedade baseada na caça.

Algumas das fibras descobertas estavam trançadas, indicando que foram usadas como cordas. Outras foram tingidas, com o uso de plantas encontradas na região.

As amostras descobertas não são visíveis ao olho nu porque os itens que elas preendiam foram desintegrados há muito tempo. Os pesquisadores descobriram as fibras por meio do exame microscópico de amostras de argila retiradas de diferentes camadas da caverna.

Até então, o uso mais antigo de fibras pelo homem havia sido registrado no sítio arqueológico de Dolni Vestonice, na República Checa, com 28 mil anos.

Os cientistas encontraram as fibras enquanto analisavam amostras de pólen de árvores em estudo das variações ambientais e de temperatura em um período de milhares de anos.

Fonte: Agência USP

O transtorno bipolar é uma doença que afeta o humor, levando a pessoa a ter alternância de episódios de euforia e depressão. Nas famílias em que um dos parceiros tem a doença, há 10 vezes mais chance de um dos filhos apresentar o problema, enquanto que na população em geral, esse número é de 1%. Um projeto de pesquisa que visa estudar os genes envolvidos com a doença nas famílias de crianças com o transtorno acaba de ser premiado pelo Programa L’Oréal/Unesco Para Mulheres na Ciência.

O projeto “Estudo genético do sistema do paminérgico em famílias de crianças com o transtorno do humor bipolar” está sendo desenvolvido na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) por uma equipe de pesquisadores ligados ao Laboratório de Neuroimagem em Psiquiatria (LIM-21) e do Programa de Transtorno Bipolar (PROMAN) do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC), ambos da FMUSP.

De acordo com a psiquiatra Sheila Cavalcante Caetano, que foi agraciada com o prêmio, os pesquisadores irão colher amostras de sangue dos pais e das mães de crianças com transtorno bipolar para realizar uma avaliação genética visando entender quais genes estão ligados ao aparecimento do transtorno nos filhos. “Usaremos o prêmio de 20 mil dólares para o desenvolvimento da pesquisa, que estava orçada exatamente neste valor”, comenta a médica. “Acreditamos que agora no mês de outubro vamos iniciar as primeiras coletas”, informa. Segundo ela, o projeto já foi aprovado pela Comissão de Ética da FMUSP.

Sheila ressalta que o transtorno bipolar apresenta uma forte carga genética, mas não é uma doença determinista. “Isso significa que não é toda criança com pais onde um dos conjuges tem a doença que irá desenvolver o transtorno. O que ocorre é que há uma incidência de 10% em crianças com pais que têm a doença. Na população em geral, o índice é de 1%”, destaca. Ela lembra que 40% dos filhos de pais acometidos pela doença terão algum tipo de doença psiquiátrica, como depressão e transtornos de ansiedade.

Dopamina

A psiquiatra explica que, no cérebro, a comunicação entre os neurônios acontece por meio de neurotransmissores, como a dopamina. “Nos casos de esquizofrenia, os pacientes têm alguns sintomas psicóticos, como alucinações e sensação de perseguição. Crianças com transtorno bipolar têm sintomas semelhantes a estes citados”, conta a pesquisadora. “Em experimentos realizados com ratos, quando o nível de dopamina aumenta, esses animais também se mostram eufóricos e com comportamento semelhante ao verificado na fase de euforia do transtorno bipolar. Por isso acreditamos que o sistema dopaminérgico tem um papel fundamental na doença”, explica.

A coleta de material será feita nos pacientes atendidos no Lim-21 e no PROMAN, locais onde a psiquiatra atua profissionalmente. Será coletado o sangue dos pais, mães e das crianças, com idade entre 6 e18 anos. Os pais também responderão a questionários. A pesquisa faz parte do pós-doutoramento de Sheila, pela FMUSP, com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e tem a participação dos médicos Ana Kleinmam e Beny Lafer.

A médica conta que as crianças com o transtorno, durante a fase depressiva da doença, podem ficar sem se alimentar, totalmente desmotivadas e com pensamentos suicidas, entre outros sintomas; já durante a fase da euforia, elas se transformam totalmente: ficam agitadas, não param de falar a ponto de atrapalharem as aulas.

Lazer

Sheila afirma que há algumas pesquisas americanas que apontam que a criança com transtorno bipolar vem de uma família desorganizada, onde não há atividades de lazer realizadas em conjunto. “Com o projeto poderemos descobrir se as famílias brasileiras são tão prejudicadas quanto as americanas”, aponta.

Os primeiros resultados do estudo deverão estar disponíveis pelo menos em dois anos. Uma das dificuldades, segundo a psiquiatra, é que a pesquisa deve ser feita com a criança com transtorno bipolar, o pai e a mãe. “O índice de divórcios é maior quando um dos cônjuges tem a doença. Então é possível que tenhamos algum tipo de dificuldade para unir as três partes envolvidas na pesquisa”, diz.

Por Silvana Guerra
Fonte: http://entretenimento.uol.com.br/ultnot/2009/09/10/ult4326u1401.jhtm

O grupo Voca People chega ao Brasil para uma turnê que passará por quatro capitais. Os israelenses apresentam um espetáculo musical composto somente por sons vocais e, para isso, contam com a presença de dois especialistas em beat-box, além de seis vocalistas que representam as distintas classificações vocais (contralto, mezzo, soprano, baixo, barítono e tenor).

O repertório do show passa por estilos musicais que marcaram época, desde o rock à música clássica, além de temas de filmes e canções românticas. Porto Alegre é a primeira cidade a receber o grupo, que se apresenta nos dias 13 e 14 de setembro no festival “POA em Cena”. Em seguida o grupo viaja para Curitiba, onde faz uma única apresentação no dia 17. Em Brasília, os shows acontecem nos dias 18, 19 e 20 de setembro. O Voca People finaliza a turnê no Rio de Janeiro, no dia 23.

VOCA PEOPLE
Porto Alegre
Onde: Salão de Atos Reitoria da UFRGS (av. Paulo Gama , 110. Tel.: 0/xx/51) 3226-4213
Quando: 13 e 14 de setembro, às 21h
Quanto: R$ 120
Curitiba
Onde: Teatro Positivo (r. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300. Tel.: 0/xx/41 3317-3107)
Quando: 17 de setembro, às 21h
Quanto: R$ 120
Brasília
Onde: Teatro Nacional (Setor Cultural Norte, via N2. Tel.: 0/xx/61 3325-6107)
Quando: 18 e 19 de setembro, às 21h; 20 de setembro, às 20h
Quanto: R$ 120
Rio de Janeiro
Onde: Teatro Vivo Rio (av. Infante Dom Henrique, 85. Tel.: 0/xx/21 2272-2902)
Quando: 23 de setembro, às 21h
Quanto: R$ 120

Por Silvana Guerra
Fonte: Correio Braziliense

Uma pequena vila com quase 200 pessoas pulsa toda vez que uma das maiores companhias de circo do mundo desembarca numa cidade. Há 25 anos na estrada, o grupo canadense Cirque du Soleil já acostumou a mudar a rotina de muitos lugares por onde passa. Não será diferente quando a trupe chegar a Brasília em 18 de setembro, trazendo na bagagem o espetáculo Quidam. A última vez que o coletivo andou pelo Brasil foi em 2008, com a montagem de Alegría, antes da primeira vinda, em 2006, com Saltimbancos. Nessa nova temporada pelo país, nove cidades brasileiras recebem a companhia, na maior turnê já realizada na América Latina. Pelo menos 800 mil pessoas devem assistir às novas apresentações, só no Brasil.

A estreia brasileira ocorreu em 11 de junho, em Fortaleza. A parada seguinte da trupe foi em Olinda (PE), em 9 de julho. Depois foi a vez de os baianos conferirem a passagem do grupo que reinventou a arte circense no mundo.

Como acontece em toda cidade onde a companhia desembarca, cerca de 350 pessoas locais foram movimentadas para dar vida à pequena vila circense levantada numa área de 20 mil metros quadrados. Só para montar as sete tendas do circo e outras estruturas como escritórios, as duas cozinhas que atendem diariamente a quase 500 pessoas e a escola dedicadas aos filhos dos artistas, 200 pessoas foram contratadas. “Quando chegamos aqui há três semanas, não tinha nada. Montamos toda essa estrutura em sete dias”, conta a canadense Marie Josée, relações públicas do grupo. “Como já estão treinadas, essas 200 pessoas voltam para desmontar o circo”, explica.

Em Salvador, o Cirque du Soleil foi erguido no Parque de Exposição Agropecuária. Em Brasília, será montado no estacionamento do Mané Garrincha. Outras 150 pessoas são contratadas durante a passagem do circo por uma cidade para prestação de serviços internos como vendedor ambulantes dos produtos da companhia, cozinheiro, orientador de arquibancadas, auxiliar de limpeza, segurança.

Crianças na escola
A rotina na cidade do Soleil começa cedo, às 7h, e não tem hora para acabar. A língua oficial dessa minúscula babel que comporta 23 nacionalidades é o inglês. Ao longo do dia, o fluxo de carros e caminhões trazendo alimentos e equipamentos técnicos e de reparos é grande. Uma cozinha nacional, que atende os funcionários tercerizados, e outra internacional, dedicada às 160 pessoas que integram o circo, entre artistas, parentes e funcionários administrativos, oferecem, em média, quase 500 alimentações diárias. Missão que fica a cargo do neozelandês Ian Braund e sua equipe de 16 funcionários. “Trabalhamos com um cardápio internacional”, destaca ele.

Na escola do Cirque du Soleil, duas professoras são responsáveis pela educação de sete crianças entre 7 e 16 anos. Duas delas são integrantes do espetáculo Quidam. O restante são filhos de artistas. Primeira pessoa da história da trupe a ter nascido no meio de uma turnê, a russa Poliana Zaitzeva, 12 anos, é uma das alunas. Aplicada e disciplinada, ela conta que se sente meio diferente com relação aos amigos que nasceram fora do circo. “É engraçado porque me sinto como se não tivesse a mesma vida que as outras pessoas”, observa.

Cantora e uma das protagonistas de Quidam, na pele da personagem Zoé, a canadense Ella Bangs, 11 anos, admite sentir o peso de estar à frente de um espetáculo tão grandioso. “É um pouco assustador”, resume.

Segundo maior espaço do Cirque du Soleil, a tenda dos artistas é o centro nervoso da companhia. É ali que passam a maior parte do dia os 51 protagonistas responsáveis por dar vida ao espetáculo que há 13 anos percorre o planeta. Mistura de alojamento com área de treinamento, o espaço também é lugar de descanso e de concentração.

Ali é reduto quase que permanente da goiana Gracilene de Moura Mevius, 35 anos, há quatro anos na companhia. Com quatro colegas, ela executa o audacioso quadro com as cordas voadores (spanish webs). “Comecei minha carreira como ginasta olímpica e depois consegui uma vaga no circo do Marcos Frota, onde passei oitos anos. Acho que essa experiência carimbou meu passaporte para o Cirque du Soleil”, avalia. Casada com o alemão Tony Mevius, também companheiro de equipe no spanish web, ela não esconde saudades de casa, mas se sente realizada onde está. “Nunca imaginei que um dia fosse fazer parte de uma grande companhia como o Cirque ”, diz. “Aqui me encontrei.”

QUIDAM
Exibições de 18 de setembro a 4 de outubro, no estacionamento do Estádio Mané Garrincha. Capacidade da tenda: 2.600 lugares. Duração: 150 min incluindo intervalo de meia hora. Quinta e sexta, às 21h, sábado, às 17h e 21h, e domingo, às 16h e 20h. Ponto de venda: Fnac (Parkshopping), de segunda a sábado, das 10h às 20h, e domingos e feriados, das 12h às 20h. Preços: premium tapete vermelho (área vip e open bar) a R$ 680 e R$ 435 (meia); premium a R$ 490 e R$ 245 (meia); setor 1 a R$ 420 e R$ 210 (meia); setor 2 a R$ 350 e R$ 175 (meia) e setor 3 a R$ 230 e R$ 115 (meia). Central de vendas: 4004-3100. Não recomendado para menores de 13 anos. Menores de 13 anos acompanhados dos pais ou responsáveis.

Por Silvana Guerra
Fonte: Custom Editora

 

 YAKUTSK 1    YAKUTSK 3

Tá achando que o frio aumentou um pouquinho? Pois alegre-se, porque poderia ser muito, muito pior. Que o digam os moradores de Yakutsk, capital do estado de Yakutia, na Sibéria. Essa cidade de 200 mil habitantes é (com título no Guinness, o livro dos recordes) a mais fria do planeta.

Durante o pico de inverno, a temperatura média chega aos 50ºC abaixo de zero, verdadeiro tormento para qualquer um – até para os já acostumados com os rigores da região. Para se ter uma brevíssima ideia do tamanho do problema, a estrada que leva a Yakutia só pode ser enfrentada com alguma chance de sucesso durante a estação mais fria, que é quando os rios e os lagos estão congelados. Isto porque boa parte da viagem é feita sobre o gelo – com correntes nas rodas.

Sem o gelo, a estrada se torna um lamaçal digno de ralis off-road.

O medo de que os motores congelem e não “peguem” mais leva os caminhoneiros que se aventuram pela região (levando mantimentos para Yakutsk e adjacências) a viajar sempre em comboios. Muitas vezes, eles mantêm seus veículos ligados por até duas semanas.

Quer mais? Pois anote: recomenda-se evitar usar óculos enquanto se caminha nas ruas da cidade, porque o frio é tão intenso que ele congelará e você não conseguirá tirá-lo do rosto depois…

Mas, e o verão, não tem? Bom, fazendo justiça à piada britânica, parece que, no ano passado, caiu numa terça-feira… Brincadeiras à parte, a região de Yakutia tem entre duas e três semanas de calor. E calor, mesmo, pois os termômetros podem atingir os 30ºC sem problemas. É quando os habitantes de Yakutsk, tal qual a formiga da historinha infantil, se abastecem para o longo inverno…

Por Silvana Guerra
Fonte: Bemzen

 

- Cama de frente para a porta do quarto: ter uma cama nesta posição não é recomendado, pois toda a Energia que entre no quarto pela porta, irá diretamente para a cama. Este fato pode causar excesso de energia na cama e deixar as pessoas super agitadas, com insônia ou preocupações em demasia, por exemplo. A melhor solução é tirar a cama deste alinhamento ou colocar um biombo entre a porta e a cama.

- Excesso de sol sobre a cama: um quarto deve ser bem arejado e a luz do sol deve entrar todos os dias, o máximo possível. Só devemos tomar cuidado para que a luz do Sol não "banhe em demasia a cama. Pois se este fato ocorrer, a cama ficará muito Energizada e as pessoas, muito agitadas e nervosas, por exemplo.

- Não conseguir ver a porta do quarto: ao deitar, o que mais queremos é relaxar, descansar e nos sentir protegidos e seguros. Mas, se ao deitar, não conseguimos ver a porta com facilidade, podemos ficar preocupados e assustados com qualquer barulho. Nos sentimos desprotegidos.A melhor solução e colocar a cama em uma posição que permita ver a porta com facilidade.

- O espelho que reflete sua imagem na cama: o Feng Shui diz que um espelho que reflete uma pessoa dormindo ou ao se levantar da cama, é sinal de azar ou de preocupações. A melhor solução é mudar o espelho de local ou, cobrir o espelho ao dormir.

- A Cama fica escondida quando a porta se abre: tudo bem que ninguém irá ver você ao entrar no quarto e, você poderá se sentir "protegido". É pura ilusão. Pois, da mesma forma que as pessoas não irão ver você e a cama, você também não irá ver quem está entrando no quarto. A melhor solução é mudar a cama de lugar ou, por um espelho numa posição que permita ver quem está entrando.

- Cama de casal que uma das laterais está encostado na parede: quando a cama de casal tem a cabeceira encostada na parede e uma das laterais em outra parede, uma das pessoas não irá se levantar com facilidade. Terá seus movimentos bloqueados. A energia das pessoas estará bloqueada. A única solução e ter as duas laterais da cama livre para circulação.

- Ver o banheiro ao deitar: se ao deitar você tem a visão do banheiro e da privada, tenha a certeza que você esta sofrendo um roubo de Energia Vital. Para não ficar desvitalizada, mantenha a porta do banheiro sempre fechada e pendure no batente da porta uma esfera facetada para evitar o roubo de energia.

- Cama encostada na parede do banheiro: se sua cama esta encostada na parede onde passam os encanamentos do banheiro, infelizmente você poderá estar sofrendo roubo de Energia Vital. A melhor solução e mudar a cama de local ou colocar um móvel entre a cama e a parede.

- Prateleiras e vigas sobre a cama: se sobre a cama tiver prateleiras ou armários ou vigas, tenha a certeza que você esta sofrendo muita pressão sobre o corpo, provocando dores. A melhor solução é tirar a cama destes alinhamentos.

Por Silvana Guerra
Fonte: Folha Online

 

Robô francês é capaz de tomar decisões e interagir com humanos; androide apreende as situações e fatos a partir no mimetismo.

ROBO

O iCub é um robô que está sendo testado em laboratórios da Europa em seis versões. A tentativa é de adaptar seu comportamento às circunstâncias mutáveis, oferecendo novas percepções sobre o desenvolvimento da consciência humana. Os cientistas estão alterando seu cérebro eletrônico de forma capacitá-lo ao aprendizado como uma criança.

Ele tem aproximadamente um metro de altura, seu rosto é branco e seus olhos são grandes e redondos capazes de ver e acompanhar o movimento de objetos. O diretor da pesquisa, Peter Ford Dominey, disse que o “objetivo é realmente compreender algo que é muito humano: a capacidade de cooperar, de compreender o que outra pessoa deseja que façamos, e de podermos nos alinhar com elas e trabalhar juntos”.

Um de seus testes foi o de assistir duas pessoas praticando determinado jogo. Partindo daí, o iCub aprende como participar da diversão e passa a interagir, ele pode desempenhar o papel de qualquer um dos dois jogadores. Ainda que pareça ser simples sua interação, essa pesquisa é uma das idéias mais avançadas da robótica apresentando claro interesse científico.

Por Silvana Guerra
Fonte: Multiritmos

Será realizado no Rio de Janeiro o Congresso Estadual de Dança de Salão entre os dias 30 e 31 de outubro e 1º de novembro. Para mais informações ligue para (21) 3022-5288 / 8812-3188 ou no site http://www.multiritmos.com.br/

 

DANÇA-CONGRESSO

Por Silvana Guerra
Fonte: Correio Braziliense

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Cerca de 50 mil pessoas devem assistir ao tradicional desfile em comemoração à Independência do Brasil, nesta segunda-feira, 7 de Setembro, na Esplanada dos Ministérios, segundo estimativa da Presidência da República. Só as arquibancadas cobertas têm capacidade para acomodar 20 mil. Os outros poderão ocupar o gramado da Esplanada.
O evento está marcado para as 9h desta segunda-feira (7/9), com o desfile civil. Os destaques são atletas olímpicos e paraolímpicos, bandas e escolas do DF, além da ala das bandeiras. Este ano, o desfile militar contará com a presença da banda da Marinha Francesa. O Bagad de lann-Bihoue, tradicional conjunto de musical bretã, integra a Marinha Nacional francesa. O grupo foi criado em 1952 na base da Aeronáutica Naval de lann-Bihoue, perto da cidade francesa de Lorient.

Ainda participarão do desfile militar escolas de formação de oficiais e alunos do Colégio Militar de Brasília. As tropas motorizadas, mecanizadas e blindadas prometem dar um show. Motociclistas e homens do Batalhão da Polícia do Exército vão se equilibrar na famosa pirâmide.
Como de costume, o fechamento do desfile ficará por conta da Esquadrilha da Fumaça, às 10h30. O espetáculo deve durar entre 20 e 25 minutos. Só o governo federal gastou R$ 1.169.931 para a realização do evento.

Segurança
Toda a área central do evento, que inclui a Esplanada dos Ministérios, o Palácio do Planalto, a L2 Norte, a tribuna de honra, as arquibancadas e os palanques, ficará sob a responsabilidade do Exército Brasileiro. Já as adjacências serão vigiadas pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Não foi divulgado o número de homens que vão trabalhar na segurança.
Segundo a Secretaria de Segurança do Distrito Federal, a 5ª Delegacia de Polícia (Setor Bancário Norte) – que atende a área central de Brasília – receberá reforço de policiais para o plantão do dia. Homens também vão fazer rondas no local do evento.
Emergências
Oito postos de saúde serão distribuídos na Esplanada dos Ministérios para atendimento de emergência ao público, de acordo com informações da Secretaria de Saúde do DF. Eles ficarão próximos aos palanques e às arquibancadas. Os médicos também vão orientar a população a respeito da prevenção da gripe A (H1N1).

Cerca de 30 homens da Defesa Civil controlarão as arquibancadas da comemoração, como informou o major Alan Alexandre Araújo, da Gerência de Operações da Defesa Civil. Guarnições de combate a incêndio, equipes de paramédicos e viaturas de socorro do Corpo de Bombeiros também ajudarão a garantir a tranquilidade da festa.

Só para constar, teremos uma atração diferente nesse ano:

A “Patrouille de France”- o esquadrão de demonstração aérea da França -, equivalente a Esquadrilha da Fumaça brasileira, terá uma participação especial nas comemorações do Dia da Independência do Brasil, 7 de setembro [… ]

O esquadrão de demonstração da Força Aérea Francesa sobrevoará a Esplanada dos Ministérios e fará uma passagem tingindo o céu com um rastro de fumaça bleu, blanc, rouge, cores da bandeira francesa […]

E nos dias 5 e 6 de setembro, no Parque da Cidade, em Brasília, haverá a Exposição da Independência, organizada pela Marinha, Exército, Aeronáutica, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar do DF e Corpo de Bombeiros do DF. A exposição terá carros e helicópteros de combate e outros equipamentos das Forças Armadas e atrações para as crianças. Será montada em frente ao Parque Nicolândia.