Archive for agosto, 2009

Por Silvana Guerra
Fonte: CyberDiet

Dança de Salão 1 Dança de Salão 2

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A dança de salão produz muitos benefícios do exercício físico e representa uma alternativa para aqueles que não são muito simpáticos à rotina das academias. É o que diz a psicóloga clínica Flávia Leão Fernandes, Mestre em Psicologia pela Universidade de Londres e especialista em Psicologia Hospitalar com enfoque em obesidade. Quanto maior a prática e habilidade para dançar, maior será o gasto calórico, pois o ritmo será seguido com menos pausas. Segundo estudos, é possível queimar até 700 calorias em uma hora de aula.

Além de perder calorias, dançar aumenta a freqüência cardíaca, estimula a circulação do sangue e melhora a capacidade respiratória. É essencialmente uma atividade social que permite a troca de experiências, estimula o diálogo e aumenta a motivação. A sensação de bem estar psicológico provocado pela dança traz o equilíbrio emocional que é muito importante para emagrecer e manter o peso desejado.

Dança de salão é o nome genérico dado aos vários ritmos de dança em que os dançarinos mantêm contato físico praticamente o tempo todo. A dança virou quase uma mania. Cada vez surgem mais academias de dança que ensinam samba, bolero, salsa, zouk, forró, merengue, tango, e alguns outros ritmos.

Homens e mulheres procuram a dança por diferentes motivos. Elas normalmente buscam atividade prazerosa para aliviar as tensões e fazer novos amigos, e eles geralmente vão arrastados pelas esposas e namoradas. Há certo preconceito de que dança de salão é “coisa de velho”, mas esse conceito muda rapidamente depois de freqüentar algumas aulas e todos acabam adorando dançar. A dança é praticada por pessoas de todas as idades.

O hábito de dançar em salões apresenta uma mudança significativa de comportamento: menos timidez, mais confiança, além de maior vontade em relacionar com os amigos. Mesmo que no início pareça difícil sincronizar os passos com os do parceiro, com algumas aulas até mesmo os que se sentem “desajeitados” já fazem bonito.

Por Silvana Guerra
Fonte: Você S/A
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Pelo desempenho econômico do país, as empresas brasileiras têm atraído os olhares estrangeiros. Diante de tantas culturas diferentes, o comportamento é fator decisivo na hora da negociação. Segundo a consultora de imagem Renata Mello, as principais gafes dos brasileiros com executivos internacionais são os atrasos. Interromper a fala do outro e tocar nas pessoas também podem causar problemas. O ideal é que “deixe o anfitrião ditar as regras, evite comandar ou dar sugestões. Observar, e só se pronunciar se for questionado”. Abaixo são dadas mais dicas para não atropelar a cultura de outro país e tornar as reuniões bem sucedidas.

No trabalho
Conversar tocando no seu interlocutor ou muito perto dele normalmente constrange os estrangeiros. Melhor é ser cordial, mas manter distância.
Não force uma intimidade logo de cara, perguntando sobre família e gostos pessoais para um árabe. Isso é falta de educação.
Na Rússia, a conversa sobre assuntos particulares é uma forma que os russos mantêm para conquistar a confiança e o respeito do convidado.
Não se impressione se, durante uma reunião, os japoneses fecharem os olhos por alguns segundos. “Eles estão apenas fazendo um power nap, uma forma de se refazer e voltar a prestar atenção”, diz Paula Caíres, líder de desenvolvimento humano da Serasa Experian, que trabalhou para a Toyota na Bélgica.
Carlo Calabro, gerente da consultoria BCG em São Paulo, trabalhou no escritório da empresa em Paris e vê as diferenças.
“Aqui, as pessoas apreciam se você concorda e cria consenso durante uma reunião. Na França, ninguém notará sua presença se você não discordar.”
Depois de um ano na Inglaterra, Fabio Oliveira, gerente da Business School São Paulo, chama a atenção para o gosto por objetividade. “É necessário ser assertivo nas explicações. Barganhar não é bem visto em um primeiro encontro na Inglaterra.”

Cumprimentos
O aperto de mão é o cumprimento profissional internacional. Porém, muitos países ainda mantêm seu próprio jeito de cumprimentar as pessoas, que muitas vezes não é feito de forma calorosa como aqui no Brasil. Portanto, observe primeiro e apenas repita o gesto de seu interlocutor, em vez de chegar dando beijinhos.

Cartão de visitas
Conforme a etiqueta asiática, tudo o que se oferece e recebe deve ser feito com as duas mãos, inclusive a troca de cartões.
No Japão, o cartão de visita é “considerado parte da identidade do seu dono”, segundo o livro Linguagem do Corpo no Trabalho, de Peter Clayton e Regina Sotto Maior. Por isso, ao recebê-lo, leia com atenção e coloque-o em
cima da mesa. Ao fim da reunião, procure guardá-lo dentro da carteira.

Álcool
Para os franceses, recusar uma taça de vinho durante um almoço de negócios é um desrespeito.
Na Rússia, reuniões regadas a álcool são normais. O especialista em fusões e aquisições Roberto Aldworth lembra que quando trabalhava para a AmBev esteve no país e precisou “matar” uma dose de vodca antes da negociação, às 9h da manhã. “Durante quatro horas, tínhamos que brindar várias vezes e um assessor sempre enchia os copos”, conta.

Presentes
É normal que os japoneses mais tradicionais recusem três vezes um presente antes de aceitá-lo. Se for receber um, não abra diante de todos. Quem dá a lembrança não pode correr o risco de não ter agradado na frente dos outros.
No mundo árabe, presentear a sós pode ser considerado suborno. Melhor fazê-lo na presença dos demais.

Por Silvana Guerra
Fonte: Discovery Brasil

 

 

  RELÓGIOS     RELÓGIOS-2

De sol, de água ou areia, de parede, de pulso ou de bolso, digital ou analógico, mecânicos ou eletrônicos, os relógios são todos os dispositivos usados para medir o tempo. São utilizados desde a antiguidade, cerca de 1500 anos antes de Cristo. O gnomon era uma vareta inserida perpendicularmente ao solo, para que a sombra indicasse diferentes momentos do dia.

A evolução do relógio, no compasso do avanço da ciência e da tecnologia, visou duas metas básicas: maior precisão e menor custo de fabricação. Se há algumas décadas era um instrumento caro, hoje está disponível para praticamente qualquer um, sem contar sua incorporação maciça aos automóveis, computadores, celulares e todos os tipos de aparelhos.

Os mais populares continuam sendo os de pulso, desenvolvidos no início do século XX, período em que os homens preferiam os ostensivos relógios de bolso, feitos desde 1842. Os de pulso só eram usados por mulheres, até que se tornaram necessários a soldados e aviadores da I Guerra Mundial. Mais tarde surgiram os modelos automáticos, à prova d’água, digitais, com cronômetro, calendário… e até a televisão foi agregada aos relógios por volta de 1984.

Por Silvana Guerra
Fonte: BBC Brasil

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Em homenagem ao artista e engenheiro italiano Leonardo Da Vinci, está em exibição, em um museu francês, a réplica de um leão mecânico criado por ele há 500 anos atrás.

A réplica do “robô” foi construído por artistas e engenheiros com base em desenhos deixados por Da Vinci. Acredita-se que Da Vinci tenha criado o leão mecânico para divertir o rei da França, Francisco I.

Durante o tempo em que Da Vici morou na França, a convite do rei, desenhou palácios e organizou cerimônias reais.

Por Silvana Guerra
Fonte: Portal Exame

As mulheres têm necessidades bancárias diferentes dos homens. Com essa visão, o banco americano Sovereing Bank inovou esse mercando criando uma divisão especializada em produtos voltados para as mulheres empreendedoras. O banco paquistanês First Women Bank também avançou nessa “era do batom” oferecendo crédito exclusivo para as mulheres comprarem a primeira casa, abrir pequenas empresas, ou mesmo pagar mensalidades escolares. O banco possui agências em 23 cidades e já foi premiado pela OIT e pela revista Euromoney.

No Brasil, as instituições financeiras ainda não entraram nessa “era” com tanto vigor. Porém, já perceberam que o tempo das mulheres administradoras do dinheiro do lar ficou para trás. Com a necessidade de se adaptarem à mulher do mercado de trabalho, da renda familiar, do consumo e da Bolsa, começam a surgir no país produtos e serviços desenvolvidos para agradar o público feminino.

Leia mais:

http://portalexame.abril.uol.com.br/financas/era-batom-setor-financeiro-484147.html

Por Silvana Guerra
Fonte: Veja.com

O Centro de Consenso de Copenhage analisou diferentes propostas contra as mudanças climáticas e chegou a conclusão que a criação de nuvens artificiais, ao desviar os raios solares da Terra, é o mais viável.

Segundo o jornal Times, equipes americanas e britânicas estão buscando recursos para lançar ao mar os “navios de nuvens” que serão monitorados por satélites e equipados com chaminés gigantes capazes de borrifar a água dos oceanos no céu de maneira mais barata para combater o aquecimento global.

A ideia é colocar uma frota de 1.900 navios não-tripulados em roteiros que levarão em conta as áreas com as melhores condições para o aumento da cobertura das nuvens. E para não comprometer índices pluviométricos da região, locais como o Oceano Pacífico e sobretudo afastados da terra serão os fortes candidatos a abrigar os navios de nuvens.

Dentre outras propostas estudadas estava a de lançar espelhos no espaço para combater o aquecimento global, o que custaria 395 trilhões de dólares, idéia já descartada. O projeto dos navios deverá ser testado e lançado dentro de 25 anos, e terá um custo de 9 bilhões de dólares.

Por Silvana Guerra
Fonte: InfoMoney

Alguns investimentos atrelados a taxa básica de juros passaram a oferecer rentabilidade menor, destacando a poupança como uma boa opção para quem prefere investir em renda fixa. Porém, com o anúncio do governo de que há possibilidade de tributar a poupança a partir de 2010, os investidores passam a questionar o risco de manter seu patrimônio nesse tipo de investimento.

No entanto, de acordo com o professor da Fucape e da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Paulo César Coimbra, não há motivos para temor, ele diz ter certeza que o governo não mexerá na poupança, pelo menos este, e que os investimentos em poupança estão garantidos. Ele diz que o governo está de olho para que não haja uma forte saída de outros investimentos nessa modalidade e que sua postura não é surpreender o investidor negativamente. Qualquer passo que venha a tomar em relação a mudanças será avisado antes.

O professor Coimbra disse ainda que, se as mudanças forem aprovadas, apenas uma parcela dos investidores deverá se preocupar, pois a tributação incidirá no valor que exceder a R$ 50 mil. Ele alerta, portanto, caso isso aconteça, aqueles que possuírem investimentos acima desse valor, tirar o excedente e colocar em outra modalidade para evitar o pagamento dos impostos. Na opinião de Coimbra, “fundos de previdência ou de renda fixa e títulos pré-fixados serão boas opções nesse caso”.

De Silvana Guerra

Chegou a hora!!

A 36ª Quermesse do Templo Budista de Brasília começou nesse último fim de semana e prosseguirá por todos os fins de semana no mês de agosto.

Dias 8 e 9, 15 e 16, 22 e 23, 29 e 30.
A partir das 18h.
ESQ 315/316 – Brasília
3245-2469

São comidas típicas, apresentações, exposições e muito mais.
Vale a pena conferir.

Por Silvana Guerra

A notícia da turbulência com o avião da Continental Airlines no último dia 03, que ia do Rio de Janeiro para Houston (EUA), somada a outro caso recente com o avião da TAM, no dia 25 de maio, voando de Miami (EUA) para São Paulo, me fez lembrar de uma situação idêntica que eu passei alguns anos atrás, quando fui comissária de vôo.

Eu, como testemunha, posso dizer o caos que fica dentro de uma aeronave em uma situação dessa. Não preciso relatar detalhes porque esses dois casos foram bem divulgados com diversos relatos de passageiros, sendo possível pelo menos imaginar o que ocorre.

Entretanto, o que muitas pessoas não sabem é que esse tipo de turbulência é muito comum de acontecer, porém não são todos que ganham destaque e ampla cobertura da mídia. Por se tratar de um fenômeno que normalmente dá-se de forma inesperada e não ter muito como justificar causas para o acidente de maneira satisfatória, as companhias aéreas optam pelo “quanto menos falar no assunto melhor”. No meu caso não houve divulgação, o número de pessoas que se machucou foi mínimo, além de mim, que no momento estava servindo os passageiros e não tive tempo de sentar e colocar os cintos.

É comum as pessoas acreditarem que somente nuvens e tempestades causam turbulência. Quando vêem o céu limpo pensam que está tudo bem e ficam transitando pelos corredores ou, mesmo sentados, sem os cintos afivelados. Daí… a surpresa!

Esse fenômeno é conhecido como “turbulência em céu claro” e é tido como um problema operacional na aviação por se tratar de ocorrência que freqüentemente não é possível prever. Como explicou em entrevista o comandante do avião da Continental Airlines, o avião vem sendo sustentado por uma massa de ar constante e no caminho encontra uma corrente de ar quente vindo de baixo para cima e perde a estabilidade. Apenas para se ter uma idéia, nesse acidente houve uma perda de altitude de 600 a 900 metros, porém a sensação é a de que o avião está caindo.

A minha intenção com esse artigo é alertar as pessoas do perigo e chamar a atenção para a importância de se manterem afiveladas aos cintos, de preferência a viagem toda, senão, o maior tempo possível do percurso. Eu que passei por essa experiência, e como tripulante, afirmo que é muito perigoso.

Para aqueles que tenham curiosidade em saber mais detalhadamente sobre a turbulência em céu claro, deixo abaixo um link do site da Revista Flap Internacional que explica “o perigo de estar nas alturas”.

http://www.revistaflap.com.br/technicalspace.aspx?id=1